quarta-feira, 22 de setembro de 2010

209 - Livro de Xadrez para o Ensino Pré-Escolar

UMA MENSAGEM AOS PAIS


FATORES IMPRESCINDÍVEIS PARA O SUCESSO



QUANTO VALE A EDUCAÇÃO DE SEU FILHO?


O QUE ELE SERÁ QUANDO CRESCER?


O QUE O FUTURO RESERVA PARA O SEU FILHO?





Essas perguntas só terão respostas quando nada mais puder ser modificado. O melhor a fazer, portanto, é preparar o melhor possível os nossos filhos para estarem aptos a desempenhar suas funções quando o futuro chegar.



Uma coisa, porém, é certa: venha ele (ou ela) a ser um grande atleta – em qualquer esporte – ou empresário bem sucedido, militar advogado, professor, engenheiro etc., não importa a profissão escolhida, está comprovado que são fatores imprescindíveis para o sucesso:



  • compreensão rápida dos assuntos tratados e fatos ocorridos;

  • capacidade de análise rápida das diferentes situações;

  • velocidade de raciocínio para encontrar a solução de questionamentos o mais rápido possível;

  • aprendizagem constante e mais rápida de novos conhecimentos;

  • memorização permanente para lembrar-se sempre do que aprendeu e observou;

  • autoconfiança em suas capacidades etc.


De acordo com experiências realizadas em diversas partes do mundo e por nós mesmos em mais de 40 anos de experiências, observações e constatações, todas as capacidades que levam uma pessoa ao sucesso podem ser desenvolvidas pelo estudo e prática do milenar Jogo de Xadrez.



Naturalmente, por estar ligado intimamente à Educação, torna-se necessário o ensino deste jogo de forma pedagógica e não apenas teoricamente, como acontece nos clubes, nos quais muitos enxadristas se dedicam a ensinar o jogo, e na grande maioria dos livros de xadrez.



Esta visão técnica da aprendizagem remonta às raízes de correntes educacionais já ultrapassadas, mas ainda vigora na maioria dos livros sobre o assunto. Isto decorre de a maioria dos livros de Xadrez serem escritos por jogadores de xadrez e não por professores; quem não tiver uma formação pedagógica, muito naturalmente, por melhor que sejam suas intenções, ficará limitado a um enforque técnico do jogo. Não resta a menor dúvida de que a visão técnica deverá ser abordada a partir de determinado estágio de evolução do aluno, porém sem descurar nunca dos aspectos pedagógicos. Estes, sim, irão garantir uma formação mais abrangente e completa, propiciando o desenvolvimento da consciência da cidadania.



QUANDO COMEÇAR A PRATICAR O JOGO DE XADREZ?



O mais cedo possível. Já existem escolas desenvolvendo o xadrez desde o Jardim de Infância envolvendo crianças de 5 e até de 4 anos. Se pensarmos que o genial José Raul Capablanca aprendeu sozinho vendo o pai em suas partidas e derrotando-o aos 4 anos de idade, poderemos afirmar, sem sombra de dúvida, que o Xadrez deve ser ensinado, enfatizo – de forma pedagógica – o mais cedo possível.



Foi pensando nisso e constantemente solicitado por responsáveis que desejam informações sobre o assunto , que me propus a escrever sobre minhas experiências e pesquisas educacionais sobre a aprendizagem do Xadrez e seu benefícios no desenvolvimento pleno da Educação.



Este texto é parte do Prefácio da Obra:

Xadrez Pré-Escolar


Uma abordagem pedagógica para o professor


Editora Ciência Moderna


Professor Sylvio Rezende




COMENTÁRIOS:

1. tive contato via e-mail com o Professor Sylvio Rezende e este, demonstrou profunda curiosidade em conhecer a Cidade de Marabá. Traçávamos planos para a realização do Seminário: O Xadrez como Instrumento de Inclusão Escolar, não realizado por falta de apoio;


2. O Professor Sylvio Rezende preocupado com a falta de bibliografia voltada ao ensino de xadrez, por meio desta obra procura repassar parte da experiência de 40 anos com o Ensino de Xadrez nas Escolas. Produziu uma obra para o ensino-aprendizagem para crianças com idade pré-escolar que desejam aprender o maravilho jogo, desfrutando do prazer, da beleza, das alegrias e dos intangíveis benefícios que provoca nos praticantes.




3. Na Fase Pré-Escolar, por volta dos quatros anos de idade, a criança, de um modo geral ainda não aprendeu a ler e nem a escrever e o Professor precisa de um suporte pedagógico para repassar o conhecimento em bases adequadas aos alunos.




4. O autor enriqueceu sua obra com diversos exercícios e jogos preparatórios, tomando por base o uso de recursos pedagógicos e de pesquisas desenvolvidas pelo autor. Um livro imprescindível como apoio educacional e não ficará empoeirados nas prateleiras, principalmente, na biblioteca do bom professor de xadrez. Excelente livro.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

208 - PROJETO DE LEI PARA IMPLANTAÇÃO DO XADREZ NAS ESCOLAS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

PROJETO DE LEI Nº 314/2009


A Deputada Estadual Janete de Sá, no exercício de suas atribuições constitucionais, amparada na previsão do artigo 146, I, do Regimento Interno, apresenta o seguinte Projeto de Lei:


Cria no âmbito das escolas de ensino fundamental e médio no Estado do Espírito Santo, públicas e privadas, a obrigação de ensino e prática do xadrez como complemento educacional obrigatório de forma interdisciplinar.




A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO


DECRETA:
Art. 1° As escolas de ensino fundamental e médio no Estado do Espírito Santo, públicas e privadas, passarão a oferecer aos alunos o ensino e prática do xadrez, em aulas introduzidas preferencialmente na disciplina educação física.


Art. 2° A abordagem teórica levará em conta a origem do esporte como jogo, arte, ciência, regras básicas e deverá demonstrar a importância do esporte como fomentador de desenvolvimento do raciocínio crítico, da disciplina individual e da ética.


Art. 3° Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.


SALA DAS SESSÕES, 25 DE JUNHO DE 2009.


JANETE DE SÁ


Deputada Estadual – PMN






JUSTIFICATIVA DO PROJETO


Da Constitucionalidade e Legalidade em Face da Constituição e Leis Federais em Razão da Matéria


A Constituição Federal estabelece que as diretrizes e bases da educação em todo o país são de competência exclusiva da União. Assim, para ditar normas de caráter geral sobre educação, apenas o Congresso Nacional pode se manifestar, conforme especificado no artigo 22, XXIV, da Constituição.


As normas gerais estão estabelecidas na Lei Federal n° 9.394/96, conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB, que sobre os currículos do ensino fundamental e médio, diz o seguinte:


Art. 9° A União incumbir-se-á de:


IV – estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos, de modo a assegurar formação básica comum.


Assim, o currículo que vigora hoje nas escolas estaduais, com indicação de disciplinas e distribuição de carga horária, compreende aquilo que ficou delimitado como conteúdo básico comum mínimo, o que não impede que novos conteúdos sejam acrescentados ou disciplinas criadas, até mesmo ampliando a carga horária mínima estabelecida pelo artigo 24, I, da LDB, qual seja, 800 horas distribuídas por no mínimo 200 dias letivos.


Desse modo, observados os parâmetros definidos pela legislação e regulamentos federais, os Estados e Municípios possuem plena competência para ampliar os currículos escolares ou determinar a focalização de determinados aspectos no modelo já estabelecido.


Isso fica muito claro quando o artigo 34 da LDB estabelece jornada mínima no ensino fundamental de 4 horas de trabalho efetivo em sala de aula, sendo progressivamente ampliado o período de permanência na escola.


Segundo o artigo 10 da mesma Lei, é de competência dos Estados organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, além de poder baixar normas complementares para o seu sistema de ensino (incisos I e V).


No Ensino Médio, cuja manutenção é obrigação do Estado, observadas sempre as regras federais estabelecidas, deve-se procurar o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo formação ética, desenvolvimento intelectual e do pensamento crítico (inciso III, do artigo 34, da LDB).


Resta demonstrado, portanto, que eventual direcionamento novo no currículo básico, do Ensino Fundamental e Médio, desde que observados os parâmetros mínimos estabelecidos pela matéria federal que rege a matéria, é de competência legislativa estadual, aliás, é uma necessidade.


É dever do Estado, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber, bem como, a vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais são princípios que devem reger a educação no Brasil, conforme determina o artigo 3°, incisos, II e I, da LDB.


Assim, o Poder Legislativo tem competência para deliberar sobre a matéria.


A Constitucionalidade do Projeto foi reconhecida pelo Governo do Estado através da MENSAGEM DE VETO 008/2007, cujo teor fazemos questão de transcrever:




“MENSAGEM N.º 008/2007


GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO


GABINETE DO GOVERNADOR


VITÓRIA, 11 DE JANEIRO DE 2007.




Senhor Presidente:


Dou conhecimento à Mesa Diretora dessa Assembléia legislativa que vetei totalmente, o projeto de lei nº 278/2005 de autoria da Deputada Janete de Sá, por considerá-lo contrário ao interesse público.


Após aprovação nessa casa o projeto foi transformado no autógrafo de lei nº 226/06 e encaminhado ao chefe do poder executivo através, do OF. Nº 460/SGP/ALES, para a manifestação constitucional.


O objetivo do projeto da deputada é “criar no âmbito das escolas públicas e privadas de ensino fundamental e médio do Estado do Espírito Santo, a obrigação de ensino e prática do xadrez como complemento educacional na disciplina educação física”.


Em que pese não existir violação constitucional no projeto de lei em apreço, tanto formal quanto material, não se pode esquecer que os problemas existentes no setor educacional são incontáveis, em sua maioria urgentes e prioritários em relação à inclusão do xadrez como disciplina obrigatória. eis porque, fazendo uso da competência privativa que me outorga a Constituição Estadual em seus artigos 66, § 2º e 91, IV, veto totalmente o PL Nº 278/2005, por considerá-lo inoportuno e contrário ao interesse público.”


Em que pese o posicionamento do Governo, à época da propositura original, entendemos que nos últimos três anos a educação capixaba saltou a patamares jamais imaginados, merecendo reconsideração por parte de toda a sociedade a discussão sobre a aplicação do xadrez nas escolas, dadas todas as vantagens para o intelecto que essa pratica propicia.


Assim, amparados na constitucionalidade já reconhecida pelo Poder Executivo, tornamos a propor o presente projeto de lei.




DA JUSTIFICATIVA SOCIAL DO PROJETO


Nos primeiros anos da vida do homem a atividade central manifesta é o jogo, sendo notáveis os conceitos que assim aprende. Numa brincadeira de Carrinho, por exemplo, utiliza planos inclinados, velocidade, atritos, etc.., coisas que tardará a aprender na escola, como bem delineou o ilustre ex-Vereador do Município de Curitiba, no Paraná, Antônio Borges dos Reis, ao obter aprovação de projetos de lei para introduzir o ensino do xadrez naquela Cidade.


Segundo Piaget, a partir dos 7 anos criança pode jogar atendo-se a regras ou normas, abandonando assim a arbitrariedade que seus jogos possuíam até então. Estes jogos de regras têm importante papel socializante, uma vez que forçam a adaptação a um código comum, auxiliam a aceitar pontos de vista dos demais, limitam suas próprias liberdades em favor dos outros, e a criança aprende a discutir, compreender e ceder.


É importante entender que o significado do jogo para adulto e para a criança é distinto. Enquanto que para o adulto é uma diversão ou passatempo a criança compromete toda sua personalidade, lutando e esforçando-se para realizar o que deseja, num processo semelhante ao que ocorrerá em seu trabalho na vida adulta.


O potencial educativo dos jogos não tem sido explorado em sua total potencialidade pelos pedagogos.


“Desde tempos imemoriais os torneios tem sido mestres dos homens. Desde há muito, antes mesmos que houvesse algum vestígio de pensamento científico, o homem aprendeu mediante o jogo como atuar de acordo com um plano”.


O jogo de xadrez, como auxiliar na educação, visa principalmente:


 Formar um pensamento organizado e desenvolver uma imaginação criadora capacitada a uso construtivo, dando condições ao futuro adulto de vencer as dificuldades da vida, condições que um simples comunicar de conhecimentos não proporciona.
 Auxiliar a escola a desempenhar suas funções de educar e desenvolver a personalidade dos alunos.


Na Alemanha Oriental, durante vários anos, os pedagogos observaram o desenvolvimento comparativo de grupos infantis que jogavam ou não xadrez, tendo em conta os resultados escolares expressos nas notas e concluíram:


1 – o xadrez está excelentemente adaptado para estimular a atividade e estabilizar a personalidade dos alunos durante seu crescimento, contribuindo ainda por seu elemento de competição (e as aptidões e conhecimentos necessários para o êxito) a libertar os fatores da personalidade decisivos.


2 – ajuda particularmente a ultrapassar as crises de instabilidade da puberdade.


3 – a profunda lógica que requer o jogo do xadrez favorece o pensamento lógico em geral e tem uma influência positiva sobre os resultados escolares, em particular matemática.


4 – há diferença evidente (especialmente notada quando os alunos de uma turma paralela seguem xadrez) em tenacidade, vontade, concentração e memória.


Fundada em 1973, na Inglaterra, a sociedade para o ensino do xadrez desenvolve uma grande e produtiva atividade, publicando material e auxiliando as escolas a implantá-lo, concluindo que:


1 – muitas crianças preferem coisas concretas em lugar de idéias;


2 – uma ampla aceitação do xadrez nas escolas como recreação intelectual seria uma obra de benefício nacional e um estímulo à maturidade intelectual;


3 – o poder de concentração, a habilidade em realizar um plano adaptado e realizado no tabuleiro poder ser utilizado com vantagem no jogo, muito mais importante, na vida;


4 – a previsão, acompanhada pela capacidade competitiva deve servir para abrir a porta à razão.


Na França, alguns estudos foram feitos, para introduzir o xadrez nas escolas, e Georges Ronald e Victor Rahn dão uma conclusão:


 O enxadrista adquire rapidez, decisão e espírito de responsabilidade porque cada movida que faz repercute no futuro.

Mesmo sendo superficialmente fascinante, não há, em nosso sistema educacional, preocupação em ensinar aos jovens como devem encarar um dia as responsabilidades em suas vidas, nem como o êxito de sua carreira estará condicionado por suas rápidas decisões.


Na Alemanha Federal, o Estado de Bremem introduziu o xadrez nas escolas primárias como matéria optativa alegando a necessidade de oferecer aos alunos uma ocupação agradável, útil e de interesse durante o tempo livre.


A opinião do supervisor de ensino, pedagogo dr. Rehberg, é de que:


 Jogando xadrez modelam-se as qualidades necessárias para a vida de um ser humano, qualidade como raciocínio, tenacidade, espírito de invenção, conseqüência e outras.

 Este jogo tranqüiliza e oferece alegrias.


De outros países que tem vasta experiência no ensino de xadrez, como Rússia, Iugoslávia, Cuba, Suécia e Espanha não se pode obter informações maiores dos resultados obtidos.


Países que iniciaram um processo de ensino de xadrez escola na América Latina são: Argentina, Venezuela e México.


Estados Unidos e Canadá têm xadrez principalmente nas universidades.


No Paraná, a Fundepar e a Federação Paranaense de Xadrez elaboraram um plano para o ensino de xadrez nas escolas. Como projeto piloto, e sem maiores fontes onde embasar o ensino de xadrez, procurou-se criar cada escola uma experiência distinta, função das condições sociais dos alunos, de suas disposições, do diretor, dos professores e do instrutor de xadrez.


O xadrez foi como um esporte substituindo a educação física, como matéria didática (no horário de outras disciplinas), como lazer e como matéria extra-classe.


Sobre o ensino de Xadrez nas Escolas, assim se manifestou no ano de 1980, o Engenheiro Civil Ernesto Luiz de Assis Pereira:


“é bem conhecida a característica que possui o jogo de xadrez de desenvolver e melhorar as faculdades criativas e de raciocínio lógico-dedutivo das mentes em formação. A sua prática traz como principal benefício, o aumento de sua capacidade de racionalização dos problemas inerentes a todas as áreas da atividade humana.”


Alguns países europeus, reconhecendo a importância do jogo de xadrez na formação plena da mente e da personalidade dos jovens, incluíram a sua prática nos currículos escolares dos seus níveis de ensino primário.


Há alguns anos trás, foi incluído no currículo das classes integrais do Colégio Estadual do Paraná um clube de utilidades onde uma das disciplinas era o ensino do jogo de xadrez. Os alunos que mais se interessaram no aprendizado, a partir de então passaram a demonstrar uma melhor aptidão de diversas disciplinas, principalmente a de caráter físico-matemático.


Por outro lado, o histórico de Clube de Xadrez de Curitiba demonstra que seus sócios, de modo geral:


 Passam no vestibular na primeira tentativa;

 São bons alunos;


 São pessoas responsáveis nas obrigações que assumem;


 Apresentam espírito de liderança;


Desse modo, indo de encontro à meta governamental de melhoria da educação, ao viabilizar tecnicamente uma atividade de melhoria de cunho social como é o aumento da capacidade intelectual da população jovem, o projeto em tela, dirigido em especial às crianças e adolescentes, em muito contribuíra para sua boa formação.


O xadrez é considerado o jogo, esporte e ciência. Jogo, pois aquele que não o conhece atribui vitória, derrota ou empate à sorte ou azar. Esporte, pois contém elementos de competição e de lazer. Ciência, pois o seu domínio exige estudos e aplicação.


Porém, para aqueles que o conhecem, xadrez é também arte onde o efeito estético e prático convergem, produzindo obras imortais.


Talvez esta seja a verdadeira razão para a popularidade do xadrez. Através da competição o enxadrista deixa sua obra para os que virão.


Em síntese, o objetivo do presente projeto é proporcionar aos jovens estudantes das escolas públicas estaduais, o aprendizado deste fantástico esporte, ciência, cultura e arte. Tudo com escopo de aprimorar a cultura e o raciocínio do jovem estudante.


Afinal, como afirmava Goethe, “o xadrez é ginástica de inteligência.”


Pela exposição retro mencionada, resta indubitável que o aprendizado do xadrez nas escolas públicas do estado do espírito santo pode contribuir muito para melhoria do intelecto dos educandos, na formação de cidadãos mais disciplinados e com raciocínio crítico mais aguçado, tudo para a formação de uma sociedade mais justa, livre, solidário e consciente, o que é o máximo anseio da sociedade brasileira, expressado nos termos dos iniciais artigos da constituição da república.


Em 24/08/05.
http://www.al.es.gov.br/images/documento_spl/5452.html

domingo, 19 de setembro de 2010

207 - PEDRO HENRIQUE GESTER VENCE NA ESCOLA MADRE CELESTE

A manhã de domingo, 19/09/2010, foi de Xadrez para os alunos da Escola Madre Celeste, situada na Folha 31 na Nova Marabá, que participaram da 3ª Olimpíadas Internas, na modalidade de Xadrez. A manhã foi muito quente e com boas apresentações dos atletas. Estiveram acompanhando a competição a Diretora Marilúcia e o Professor e Coordenador dos Jogos Alexadre Barreto, além de pais e alunos.


Cumprindo uma programação bem organizada, sem a realização de jogos simultâneos, o dia foi bom para os enxadristas que competiram com muita tranquilidade. O certame foi organizado pelo Clube de Xadrez Marabá que, realizou um bom trabalho por meio do Sistema Suíço em 5 rodadas com o tempo de 15 minutos de reflexão.




PARTICIPANTES
1. Victor Vasconcelos e Silva 5ª Série do Ensino Fundamental - D.Nascimento 26-02-2000
2. Heitor José Brito Macieira 5ª Série do Ensino Fundamental - D.Nascimento 16-11-1999
3. Lívio Antonio V. Medina M. 5ª Série do Ensino Fundamental - D.Nascimento 06-07-1999
4. Paloma Cristina Moreira C. 7ª Série do Ensino Fundamental - D.Nascimento 12-02-1997
5. Pedro Henrique Gester 8ª Série do Ensino Fundamental - D.Nascimento 02-12-1996
6. Rudney Roberto S. Fava 1º Ensino Médio - D.Nascimento 25-11-1995
7. André Luís S. Bernardo 1º Ensino Médio - D.Nascimento 11-09-1995
8. Carlos Augusto P. Gester 1º Ensino Médio - D.Nascimento 14-03-1995
9. Gilson Dais C. Júnior 2º Ensino Médio - D.Nascimento 02-09-1994
10. Ricardo Schiavine 2º Ensino Médio - D.Nascimento 23-03-1993




1ª RODADA
1 Victor Vasconcelos e Silv, 0:1 Rudney Roberto S. Fava,
2 André Luís S. Bernardo, 1:0 Lívio Antonio V. Medina M,
3 Paloma Cristina Moreira C, 0:1 Carlos Augusto Penha Gest,
4 Gilson Dais C. Júnior, 0:1 Pedro Henrique Gester,
5 Ricardo Schiavine, 1:0 Heitor José Brito Macieir,


2ª RODADA
1 Pedro Henrique Gester, 1:0 André Luís S. Bernardo,
2 Rudney Roberto S. Fava, 1:0 Ricardo Schiavine,
3 Carlos Augusto Penha Gest, 1:0 Victor Vasconcelos e Silv,
4 Heitor José Brito Macieir, 1:0 Paloma Cristina Moreira C,
5 Lívio Antonio V. Medina M, 0:1 Gilson Dais C. Júnior,


3ª RODADA
1 Carlos Augusto Penha Gest, 0:1 Pedro Henrique Gester,
2 André Luís S. Bernardo, 1:0 Rudney Roberto S. Fava,
3 Gilson Dais C. Júnior, 1:0 Heitor José Brito Macieir,
4 Ricardo Schiavine, 1:0 Lívio Antonio V. Medina M,
5 Victor Vasconcelos e Silv, 0:1 Paloma Cristina Moreira C,


4ª RODADA
1 Pedro Henrique Gester, .5:.5 Ricardo Schiavine,
2 Rudney Roberto S. Fava, 0:1 Carlos Augusto Penha Gest,
3 Gilson Dais C. Júnior, 1:0 André Luís S. Bernardo,
4 Heitor José Brito Macieir, .5:.5 Victor Vasconcelos e Silv,
5 Paloma Cristina Moreira C, 1:0 Lívio Antonio V. Medina M,


5ª RODADA
1 Rudney Roberto S. Fava, 0:1 Pedro Henrique Gester,
2 Carlos Augusto Penha Gest, .5:.5 Gilson Dais C. Júnior,
3 Ricardo Schiavine, 1:0 Paloma Cristina Moreira C,
4 André Luís S. Bernardo, 1:0 Heitor José Brito Macieir,
5 Lívio Antonio V. Medina M, 0:1 Victor Vasconcelos e Silv,


CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º Pedro Henrique Gester, 4.5 pts 15.5 milésimos
2º Carlos Augusto Penha Gest, 3.5 pts 13.5 milésimos
3º Gilson Dais C. Júnior, 3.5 pts e 12.5 milésimos
4º Ricardo Schiavine, 3.5 pts e 10.0 milésimos
5º André Luís S. Bernardo, 3.0 pts e 11.5 milésimos
6º Rudney Roberto S. Fava, 2.0 pts e 16.0 milésimos
7º Paloma Cristina Moreira C, 2.0 pts e 10.0 milésimos
8º Heitor José Brito Macieir, 1.5 pts e 13.5 milésimos
9º Victor Vasconcelos e Silv, 1.5 pts e 09.0 milésimos
10º Lívio Antonio V. Medina M, 0.0 pt e 13.5 milésimos


A Direção da Escola Madre Celeste e a Comissão Organizadora prepararam troféus e medalhas personalizadas como incentivo a prática do Xadrez, que tem a frente, neste trabalho de difusão o Prof. Alexandre Barreto. Todos os alunos participaram do início até o final, sem nenhuma partida ganha por WO.


A competição serviu de entusiasmo para uma maior preparação dos melhores atletas, visando a participação nos Jogos Estudantis da Semana da Castanha.

206 - PARAENSE BRUNO MAURO (PARAUAPEBAS) FICA EM 19º LUGAR NAS OLIMPÍADAS BRASILEIRAS DE 2010

Com a participação de atletas de 23 estados do naipe masculino, as Olimpíadas Brasileiras 2010, foi realizada em Fortaleza, capital do Estado do Ceará, no período de 11 a 13 de setembro, em 05 rodadas, pelo Sistema Suíço de emparceiramento, evento que contou com a participação dos enxadristas paraense Bruno Mauro Valente Soares no masculino e, no feminino a atleta Darlene Brito Assunção, ambos da cidade de Parauapebas.


O campeão foi o enxadrista João Paulo Casemiro Marques da cidade mineira de São Sebastião do Paraíso. O atleta que venceu as Olimpíadas Escolares de 2010 com 100% de aproveitamento, ou seja, 5 vitórias, também foi o Campeão Brasileiro Sub-16 de 2010.


A Cidade de Parauapebas pode representar o Estado do Pará na maior competição estudantil do Brasil, cabendo a cada estado enviar o seu representante. A delegação parauapebense pode, assim, vivenciar a experiência de uma competição organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro – COB. A arbitragem ficou sob o comando do Árbitro Internacional Antonio Bento e dos : AF E. Mourão, AF I. Macedo, AR Bezerra, AR Tonini, AA Pontes, AA Silva


A competição contou com a participação de atletas dos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Geral, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins.


Os estados que não enviaram representantes foram: Acre, Amapá, Rio Grande do Sul e Roraima.


Alguns estados tinham como representantes atletas com rating da Federação Internacional de Xadrez, foram eles: Miguel Âng Alvarenga de Carvalho (RJ), João Paulo Cassemiro Marques (MG) e Petrus Fay Dias da Fonseca (AL).


O atleta paraense Bruno Mauro Valente Soares enfrentou e venceu o atleta maranhense Artur Lima de Miranda, empatou com o atleta baiano Icaro Vilas Boas Suzart Falcão e o pernambucano Eder Thiago Morgano Marques. Perdeu para o atleta paulistano Tiago Filipe da Silva Jonas e o mato-grossense Alex Castro Silva.


O Clube de Xadrez Marabá parabeniza ao atleta Bruno Mauro Valente Soares pela demonstração de boa técnica e capacidade. Você escreveu, não apenas o seu nome, o nome de Parauapebas e do Estado do Pará. Parabéns pelo 19º lugar.



Classificação Final
1º João Paulo Cassemiro Marques (MG) Col Objetivo S.S. Paraíso - 5 pts e 8 milésimos
2º Miguel Âng Alvarenga de Carvalho (RJ) Colégio E Curso Cem - 4 pts e 10½ milésimos
3º Petrus Fay Dias da Fonseca (AL) Colégio Contato - 4 pts 9 milésimos
4º Yuri Gabriel Aguiar Brito (ES) Gov. Christiano - 3½ pts e 8 milésimos
5º André Severino Varela (SC) EBM. Concórdia 3½ pts e 8 milésimos
6º Benilson da Silva Ferreira (DF) CEF 115 Recanto das Emas - 3½ pts e 8 milésimos
7º Marcos Vinicius Contrera Sakada (PR) Colégio Paroquial - 3 pts e  9 milésimos
8º Tiago Filipe da Silva Jonas (SP) Colégio Santa Cecilia 3 pts e 8 milésimos
9º Francisco Allysson da Silva Muniz (RN) Facex - 3 pts e  8 milésimos
10º Filipe Matheus Barros de Freire (SE) AMADEUS - 3 pts e 8 milésimos
11º Patrick Oliveira de Goes (CE) Jenny Gomes - 3 pts e 5½ milésimos
12º Matheus Garcett Souza dos Santos (MS) E.M. Benfica 2½ pts e 8½ milésimos
13º Victor Rebouças Reis (AM) Escola Celus - 2 pts e 10 milésimos
14º Dyogo Koithi Okada (GO) Colegio Lassale - 2 ptes e 8½ milésimos
15º Renato Verissimo Aguiar Sousa (TO) Col. Dom Alano - 2 pts e 7½ milésimos
16º Reinan Pereira dos Santos (RO) Escola Maria Aparecida - 2 pts e 7 milésimos
17º Alisson Santos Rocha (PI) E.M. Nossa Senhora da Paz - 2 pts e 6½ milésimos
18º Mateus de Oliveira Mota (PB) Escola Manoel Nunes 2 pts e 5 milésimos
19º Bruno Mauro Valente Soares (PA) Centro de Ensino Fênix - 2 pts e 4 milésimos
20º Icaro Vilas Boas Suzart Falcão (BA) Col. Militar do Salvador - 1½ pts e 8 milésimos
21º Alex Castro Silva (MT) Colegio Isaac Newton 1½ pts e 6 milésimos
22º Artur Lima de Miranda (MA) Dom Bosco - 1 pt e 6 milésimos
23º Eder Thiago Morgano Marques (PE) Colegio Dom Bosco 1 pt e 6 milésimos

205 - A PARAENSE DARLENE ASSUNÇÃO (PARAUAPEBAS) FICA EM15º LUGAR NAS OLIMPÍADAS ESCOLARES DE 2010

As Olimpíadas Escolares 2010 no naipe feminino contou com a participação de enxadristas de 26 estados da federação: Pernambuco, Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Paraná, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Alagoas, Tocantins, Maranhão, Rondônia, Roraima, Rio de Janeiro, Amapá, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Mato Grosso, Piauí, Sergipe e Espírito Santo.

O título máximo ficou com a atleta nordestina Ramyres Santana Coelho, da cidade de Petrolina, Estado de Pernambuco. A atleta tem uma excelente trajetória e tem projeto de disputar um título mundial de xadrez. Visite o blog da campeã: http://ramyrescoelho.blogspot.com/2010/09/ramyres-campea.html


No naipe feminino tivemos a representante do Estado do Pernambuco com rating FIDE e com 100% de aproveitamento, ou seja, 5 vitórias.


A representante paraense, natural do município de Parauapebas, Darlene Brito Assunção, de 13 anos de idade, aluna da Escola Plácido de Castro, disputou a competição organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro – COB, em 05 rodadas pelo Sistema Suíço. Darlene logrou êxito frente a jogadora Camila da Silva Santos (PI) e Nathielly Christina de Fátima (RO) e perdeu para Ramyres Santana Coelho (PE), Ayana Hama (MG) e Vhendala Heloísa Pimenta (MT). Com 02 pontos a atleta Darlane Brito Assunção alcançou o 15º lugar.




CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º Ramyres Santana Coelho (PE) 5 pts e  8 milésimos
2º Luisa Vital Martins (GO) 4 pts e 9½ milésimos
3º Carine Kátia Campestrini (SC) 4 pts e 9 milésimos
4º Rosângela Martins de Souza (RN) 4 pts e 8½ milésimos
5º Allana Leal Rodrigues dos Santos (RR) 3½ pts e 9 milésimos
6º Ayana Hama (MG) 3½ pts e 8½ milésimos
7º Zhuowen Huang (SP) 3 pts e 10 milésimos
8º Daniela Barbosa Caparelli (DF) 3 pts e 9 milésimos
9º Vanessa Ketlyn Sousa Rodrigues (CE) 3 pts e 8½ milésimos
10º Alynne Ribeiro da Rocha (AM) 3 pts e 8 milésimos
11º Vhendala Heloisa Pimenta (MT) 3 pts e 7 milésimos
12º Jaqueline Jhenif Barbosa d Nunes (BA) 3 pts e 7 milésimos
13º Vitoria das Neves Giorgini (RJ) 2½ pts e 6½ milésimos
14º Anne Kelly de Melo Calheiros (AL) 2½ pts e 6½ milésimos
15º Darlane Brito Assunção (PA) 2 pts e 8½ milésimos
16º Rafaela da Silva Santos (SE) 2 pts e 8½ milésimos
17º Jaqueline dos santos ditós (PR) 2 pts e 8½ milésimos
18º Maria Eduarda Angeli Galvani (MS) 2 pts e 8 milésimos
19º Giovana Pinheiro de Carvalho (MA) 2 pts e 8 milésimos
20º Daniele Schulz (ES) 2 pts e 5½ milésimos
21º Camila da Silva Santos (PI) 2 pts e 5 milésimos
22º Izabel Mendes da Silva (TO) 1 pt e 7½ milésimos
23º Rebecka Maria Ireneu Lantmann (PB) 1 pt e 6½ milésimos
24º Nathielly Christina de Fatima (RO) 1 pt e 6 milésimos
25º Serena de Sousa Costa (FO) 1 pt e 5 milésimos
26º Marina Carolina Coelho Gonçalves (AP) 0 pt 4 milésimos


Resta-nos parabenizar a equipe que acompanhou os enxadristas Darlane e Bruno Mauro. Acreditamos que este foi apenas o primeiro bom resultado de vocês.


Fonte:http://xadrezcearensenews.blogspot.com/