sábado, 11 de fevereiro de 2012

530 - O MATADOR - PIERCE BROSNAN

Sinopse
Julian Noble (Pierce Brosnan) é um assassino profissional que está atualmente na Cidade do México, executando outro trabalho. A vida de assassino matou Julian por dentro, fazendo com que ele não tenha nenhum relacionamento nem saiba se portar em situações sociais. Na cidade ele conhece Danny Wright (Greg Kinnear), que está no local a negócios. Danny mora em Denver e é casado com Carolyn (Hope Davis), por quem apesar de ser casado há 10 anos mantém um desejo juvenil. O casal Wright está passando por problemas financeiros, o que fez com Danny viajasse à Cidade do Cabo para tentar aproveitar uma oportunidade. Ao esbarrar com Julian no saguão do hotel, Danny vê nele a chance de resolver seus problemas. Ele passa então a se esforçar para que Julian tenha algum sentimento, algo que não acontece há aproximadamente 20 anos.

Informações Técnicas
Título no Brasil: O Matador
Título Original: The Matador
País de Origem: EUA / Alemanha / Irlanda
Gênero: Ação / Aventura
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento: 2005
Estréia no Brasil: 10/03/2006
Site Oficial: http://www.miramax.com/matador/
Estúdio/Distrib.: Alpha Filmes
Direção: Richard Shepard



Elenco:
Pierce Brosnan .... Julian Noble
Arlin Miller .... Radio DJ
Jonah Meyerson .... Ten Year Old Boy
Greg Kinnear .... Danny Wright
Hope Davis .... Carolyn 'Bean' Wright
Adam Scott .... Phil Garrison
Portia Dawson .... Genevive
Roberto Sosa .... Skinny Mexican Man
Antonio Zavala .... Hotel Bartender 1
Ramon Alvarez .... Shooting Stand Owner
Philip Baker Hall .... Mr. Randy
Carolyn Horwitz .... Cantina Turista #1
Jorge Robles .... Hotel Bartender 2
Hanny Sáenz .... Fat Man's Girlfriend
Gabriela Goldsmith .... Flirting Woman at Outdoor Café

Fonte:


529 - CAIRO TIME - ROMANCE

No Cairo, nos seus próprios aposentos e à espera do marido, Juliette vê-se envolvida num romance com o seu amigo Tareq, um agente da polícia reformado.

Como Tareq escolta Juliette em torno da cidade, encontram-se no meio de um breve “affair” que apanha ambos de surpresa.

Juliette é uma colunista de magazine que chaga ao Cairo para ficar temporariamente até que seu marido complete a missão que esta exercendo na Faixa de Gaza. No Egito,ela fica aos cuidados de Tareq ,um amigo de seu marido (e tremendamente bonitão).

No inicio Tareq auxilia Juliette com coisas simples, como levá-la de um lugar à outro por exemplo. Mas como sabemos bem como é a vida de uma mulher que anda sozinha e descoberta no Egito, ela passa a precisar dele quase que em todos os momentos. Não vou contar o desenrolar do filme porque senão perde a graça pra você que com toda certeza não vai resistir e dará um jeito de assistir.

Uma parte do filme em que eu ri muito foi com a Juliette acordando atordoada com o Athan, o chamado da mesquita à oração. Passou algum tempo até ela se acostumar.

Uma parte interessante do filme é essa onde Juliette entra no café onde Tareq é proprietário. É um café só pra homens, e ela com certeza não percebe a significancia disso num país como o Egito.


FICHA TÉCNICA
Diretor: Ruba Nadda
Elenco: Patricia Clarkson, Alexander Siddig, Elena Anaya, Amina Annabi, Tom McCamus, Mona Hala, Fadia Nadda, Mohamed Abdel Fatah, Hossam Abdulla, Nabil Shazli

Produção: David Collins, Daniel Iron, Gabriel Khoury
Roteiro: Ruba Nadda
Fotografia: Luc Montpellier
Trilha Sonora: Niall Byrne
Duração: 90 min.
Ano: 2009
País: Canadá/ Irlanda/ Egito
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Vinny Filmes
Estúdio: Foundry Films / Samson Films / Astral Media / CITY-TV / Corus / Harold Greenberg Fund, The / MISR International Films / Movie Central / Movie Network, The / Ontario Media Development Corporation (OMDC) / Super Channel / Super Écran / Téléfilm Canada


Fonte:














sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

528 - O CÓDIGO DA VINCI (TOM HANKS)

Sinopse: O Código Da Vinci, tornou-se um fenómeno global, e apresentou a milhões de leitores um mundo misterioso onde Leonardo Da Vinci codificou significados ocultos nos seus quadros; símbolos estranhos estão esculpidos numa remota capela escocesa; e a Igreja Católica e uma antiga sociedade secreta continuam a travar uma batalha velha de séculos para obterem o controle do derradeiro prémio: o Santo Graal. O filme trata da morte misteriosa do curador do Louvre, que pertencia ao Priorado de Sião, uma sociedade secreta, e guardava o segredo do Santo Graal e de mensagens cifradas sobre o assunto que estariam nas obras de Leonardo Da Vinci. Este não seria um cálice ( como se buscava na Idade Média ), mas a própria Maria Madalena, que teria casado com Jesus e constituído uma linhagem carnal. A partir deste assassinato se desenvolve toda a trama.

Informações Técnicas
Elenco: Andrey Tatou, Tom Hanks, Jean Reno, Ian McKellen, Alfred Molina.
Direção: Ron Howard
Gênero: Suspense
Distribuidora: Buena Vista
Estreia: 19 de Maio de 2006

Curiosidades:
» Os produtores não conseguiram permissão para usar iluminação artificial na Mona Lisa, o que vemos no filme é uma réplica.
» A Sony comprou os direitos de adaptação de 'O Código Da Vinci' por US$ 6 milhões.
» O criador da série '24 Horas', queria comprar os direitos da adaptação para que a trama servisse de base para a 3ª temporada da série. Entretanto Dan Brown recusou todas as propostas feitas, dizendo que não queria que seu livro virasse um programa de TV.
» Na opinião do diretor Ron Howard o ator ideal para interpretar Robert Langdon era Bill Paxton, que não pôde aceitar o projeto devido a conflitos de agenda.
» Russell Crowe, Hugh Jackman, Ralph Fiennes e George Clooney estiveram cotados para interpretar o personagem Robert Langdon.
» Julie Delpy, Sophie Marceau, Virginie Ledoyen, Judith Godrèche, Linda Hardy e Kate Beckinsale estiveram cotadas para interpretar a personagem Sophie Neveu.
» Christopher Eccleston e Ingvar Eggert Sigursson estiveram cotados para interpretar o personagem Silas.
» Terceiro filme em que o diretor Ron Howard e o ator Tom Hanks trabalham juntos. Eles estiveram juntos em 'Splash - Uma Sereia em Minha Vida' e 'Apollo 13'.
» Ron Howard e Paul Bettany já trabalharam juntos em 'Uma Mente Brilhante'.
» O Ministério da Cultura francês permitiu que a equipe de filmagens rodasse cenas no interior do verdadeiro Museu do Louvre.
» 'O Código da Vinci' já vendeu mais de 45 milhões de exemplares em todo o mundo.


O Código Da Vinci (filme)

Origem:

Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Código Da Vinci (título original: The Da Vinci Code) é um thriller norte-americano de 2006, dirigido por Ron Howard. O guião foi escrito por Akiva Goldsman baseado no bestseller de Dan Brown, The Da Vinci Code. Foi produzido por Howard juntamente com John Calley e Brian Grazer e lançado pela Columbia Pictures nos E.U.A. a 19 de Maio de 2006.

The Da Vinci Code é protagonizado por Tom Hanks como o professor de Simbologia da Universidade de Harvard, Robert Langdon; Audrey Tautou como Sophie Neveu of Criptologista da Direction Centrale de la Police Judiciaire de França; Sir Ian McKellen como Sir Leigh Teabing, britânico e historiador do Santo Graal; Alfred Molina como o Bispo Manuel Aringarosa; Jean Reno como Capitainé Bezu Fache da Direction Centrale de la Police Judiciaire; e Paul Bettany como Silas, monge da Opus Dei.

Os direitos cinematográficos do filme foram comprados por US$ 6 milhões. A filmagem estava programada para começar em maio de 2005 com o lançamento em meados de 2006; no entanto, alguns atrasos fizeram com que a filmagem começasse em 30 de junho de 2005.

O Museu do Louvre permitiu a utilização de suas locações para a filmagem, enquanto a Abadia de Westminster negou o uso de suas instalações. No entanto, a Lincoln Cathedral concordou em atuar como substituta da Abadia de Westminster e relata-se que recebeu £ 100 000 em troca do direito de filmar lá. As filmagens na Lincoln Cathedral aconteceram em agosto de 2005. Certas cenas foram filmadas na Temple Church em Londres.

O filme teve uma bilheteria tão boa, que já foi feita a continuação de O Código da Vinci, o livro Anjos e Demónios PT ou Anjos e Demônios BR de Dan Brown como a primeira aventura de Robert Langdon. Um livro não muito polêmico como seu sucessor.(OBS: O livro Anjos & demonios foi escrito antes de O código da Vinci,apesar desse ter sido lançado primeiro como filme.


Fonte


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

527 - AS DUAS FACES DA LEI (2008) DE NIRO E AL PACINO

Sinopse: Depois de 30 anos como parceiros na panela de pressão que é o Departamento de Polícia de Nova York, os condecorados detetives David Fisk e Thomas Cowan deveriam estar aposentados, mas não estão. Antes de fazer suas malas, eles são chamados para investigar o assassinato de um conhecido cafetão que parece ter ligação com um caso resolvido por eles anos atrás.

Como no crime original, a vítima é um criminoso suspeito cujo corpo é encontrado junto com um poema justificando o assassinato. Quando outros crimes acontecem, começa a ficar claro que os detetives estão às voltas com um serial killer, alguém cujos crimes se perderam nos porões do sistema judicial e cuja missão é fazer o que os policiais não conseguiram - acabar com os culpados e limpar as ruas.

As semelhanças entre as mortes recentes e seus casos anteriores trazem à tona uma desconfortável questão: será que eles colocaram o homem errados atrás das grades?

Mais informações
A grande sacada de Mann em seu filme foi criar um clima sobre a expectativa do encontro dos dois na tela, e quando ele se dá, ninguém precisa ficar escolhendo para onde olhar, o próprio Mann toma as decisões, na verdade não ele, mas sim o próprio filme, que parece rumar para aquilo, Avnet desperdiça isso totalmente. Primeiro, por durante a maioria do tempo, colocar um interagindo com o outro de um jeito totalmente quadrado, com os dois no enquadramente e um tendo que ficar parado, sem tirar a atenção do outro, esperando sua vez de falar, mecânica e artificialmente.

Esse fator só não incomoda mais, pois ambos parecem saber exatamente o que fazer de frente para uma câmera, coisa que acaba criando uma química que fica mais evidente ainda graças a uma certa força de seus personagens, muito bem desenhados, sejam por eles, pelo diretor ou pelo roteiro. Eu ficaria com a primeira opção, já que, nas duas outras isso acabaria se mostrando como o único acerto deles no filme.

Avnet passa perto de acertar quando finge não forçar a trama para um lugar, deixando-a andar sozinha, mas por pouco tempo, já que logo, acaba se perdendo e afunilando demais toda trama para De Niro, forçando o espectador a só olhar para ele como grande vilão do filme, coisa que atrapalha mais ainda, já que finge entregar essa surpresa nos momentos iniciais do filme, com isso, deixando óbvio a presença de um final tipo “Scooby Doo”, onde alguém vai contar tudo que fez por uma série de “flash-backs”, com os detalhes que passaram desapercebidos diante dos olhos dos espectador.

Junto com o roteiro de Russel Gerwitz, que tinha acertado com o Plano Perfeito (mas que depois de agora, parece estar se viciando por esse tipo de final), Avnet, se embaralha totalmente sem saber realmente o que quer do filme. Enquanto o diretor parece tentar fazer a “maior” malandragem do mundo jogando todo foco da ação para o personagem de De Niro, para afastar todas possibilidades por volta dos outros personagens, acaba só desenvolvendo seu personagem, deixando mais que óbvio o fim. (CUIDADO SE NÂO VIU!!) Ou alguém acha que Al Pacino ia fazer um filme em que seu personagem fica o filme inteiro em segundo plano e no final ainda não ganha o estátus de surpresa (PRONTO, se é que alguém consegui não ler essas duas linhas).

O problema disso, é que ao mesmo tempo, o roteiro parece teimar em deixar todo espaço do mundo para que o serial killer, que resolve fazer o trabalho que o sistema judiciário não conseguiu realizar, seja qualquer pessoa menos o personagem de De Niro, já que ele parece ser o único que aparentemente não esconde nada, nem seus sentimentos, suas frustações, seus momentos de fúria etc., se tornando um personagem tão transparente que não teria possibilidade de ser um serial killer convincente dentro de tudo que a narrativa escolhe por seguir, (Cuidado!!!) deixando esse lado, para o seu parceiro de longa data na polícia de Nova York, vivido por Al Pacino, cerebral, jogador de xadrez, manipulador, sempre mascando um cliclete e impedindo seu parceiro de cobrir alguém de porrada. Só faltando o carimbo de “sociopata de thriller policial” na testa.

Comentários:
RenaDriggs em 14/01/2012
Vi uma vez e achei mt bom!! Gostei mt da atuação do De Niro. É mt previsível, sim, o final ñ é surpreendente, mas eu gostei mt msm de ver De Niro e Pacino juntos. Eu vejo esse filme tipo bem pipoca msm, ñ é pra levar mt a sério uma história tão tosca, o que quero dizer é ki vale msm só por Pacino e De Niro. Bjs :)

Carlos em 02/01/2012Nota: 10
...Claro que não chega a ser um "Fogo contra fogo"- onde Pacino e De niro também encenam juntos, mas mesmo assim é um bom filme. Admirei e asssitirei de novo. Vale a pena sim, mais pelo elenco do que pelo roteiro, mas esse não deixou a desejar.

Viníciusafs em 20/10/2011Nota: 10
À min agradou e muito.  Não há papeis ruins, só atores mal qualificados. Fantásticos, dois mestres.. duas lendas.. dois gênios.
Saudades de "Fogo contra fogo/Heat".

Curiosidades:
» De Niro e Pacino atuaram juntos brevemente em 'Fogo contra Fogo', em que o primeiro interpretou um ladrão e o segundo, um detetive à caça dele. E também participaram de 'O Poderoso Chefão 2', mas não tiveram nenhuma cena juntos.

Elenco:
Robert De Niro, Al Pacino, 50 Cent, Donnie Wahlberg, Carla Gugino
Direção: Jon Avnet
Gênero: Policial
Duração: --- min.
Distribuidora: Califórnia Filmes
Estreia: 10 de Outubro de 2008

Fontes:

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

526 - ALVIN E OS ESQUILOS 2 (2009) COMÉDIA

Depois do grande sucesso na música, Alvin e os Esquilos dão uma pausa na carreira para se dedicarem aos estudos. Mesmo já tendo atingido a fama, no entanto, os pequenos roedores Alvin, Simon e Theodore sofrem no colégio os problemas típicos dos adolescentes, tendo de enfrentar os valentões, as panelinhas, pegadinhas e o temido diretor.

Para piorar a situação, Alvin acaba sendo o responsável por um acidente em um show, que faz Dave (Jason Lee) ir parar no hospital. Agora, quem terá de cuidar dos três pestinhas será Toby, um aficcionado por videogames e todo tipo de tecnologia, que não faz ideia de como deve ser um bom pai. As confusões são ainda maiores quando eles conhecem As Esquiletes, um trio de lindas esquilos que toca o coração de Alvin, Simon e Theodore.

Após a boa recepção do público ao filme de 2007, Alvin e os Esquilos 2 retoma os personagens criados pelo cantor e compositor Ross Bagdasarian há mais de meio século. Os esquilos começaram sua carreira musical com a canção The Chipmunk Song, criada especialmente para o Natal. Foi o filho do músico, Ross Bagdasarian Jr. quem levou os personagens para os cinemas e produziu a sequência.

Alvin e os Esquilos 2
Titulo Original: Alvin and the Chipmunks 2: The Squeakuel
Gênero: Animação, Comédia e Família
Duração: 88 min.
Origem: Estados Unidos
Estreia: 08 de Janeiro de 2010
Direção: Betty Thomas
Roteiro: Jonathan Aibel e Glenn Berger
Distribuidora: Fox Filmes
Censura: Livre
Ano: 2009


Fontes:

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

525 - SOB O DOMÍNIO DO MEDO (2011) KATE BOSWORTH

Sinopse: Tudo o que o pacato matemático americano David Sumner (James Marsden) queria quando se mudou para uma fazenda no interior da Inglaterra com sua jovem esposa Amy (Kate Bosworth) era paz e tranquilidade para terminar seu livro. Mas seu sonho de encontrar o lugar perfeito se desfaz quando os homens que contratou para reformar sua garagem começam um jogo de intimidação e medo, progressivamente invadindo sua casa e desrespeitando o casal. David é posto em uma dura provação e será levado até o limite para defender seu lar, sua honra e sua esposa.

O ‘Sob o Domínio do Medo‘ (Straw Dogs) original, de Sam Peckinpah, é um daqueles filmes cuja violência chega a ser desnecessária mas que é usada assim mesmo. Peckinpah foi um gênio na arte dos filmes de ação, inspirando muita gente com seus faroestes, mas errou um pouco na mão com ‘Straw Dogs’. Ainda assim é um daqueles filmes que valem a pena ver uma vez na vida

Hoje descobri que, 40 anos depois, vai sair uma refilmagem, com James Marsden and Kate Bosworth. Ok, refilmagens é o que mais a gente vê nos cinemas hoje em dia, demoraram até para lançarem essa. Se vai ser bom ou ruim eu não sei, aposto que o diretor Rod Lurie está longe de ser um Pekinpah, mas pela cagada que fizeram no poster do filme a gente fica preocupado. Ao tentarem homenagear o poster original inventaram de colocar o reflexo do vilão do filme no óculos quebrado do personagem… onde não tem vidro!!!

Elenco
James Marsden ... David Sumner
Kate Bosworth ... Amy Sumner
Alexander Skarsgård ... Charlie
James Woods ... Tom Heddon
Dominic Purcell ... Jeremy Niles
Rhys Coiro ... Norman
Billy Lush ... Chris
Laz Alonso ... John Burke
Willa Holland ... Janice Heddon
Walton Goggins ... Daniel Niles
Anson Mount ... Coach Milkens
Drew Powell ... Bic
Kristen Shaw ... Abby
DUSTIN HOFFMAN E SUSAN GEORGE,
NA VERSÃO DE 1971
Megan Adelle ... Melissa
Randall Newsome ... Blackie
Tim J. Smith ... Larry
Richard Folmer ... Pastor
Wanetah Walmsley ... Kristen
Informações Técnicas
Título no Brasil: Sob o Domínio do Medo / Sob o Domínio do Mal
Título Original: Straw Dogs
País de Origem: EUA
Gênero: Suspense
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento: 2011
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Direção: Rod Lurie

Comentários:
Nota: Ótimo
19/12/2011 Por: Betao Recife (35 anos)
Esse filme é muito bom... Excelente. Foi lançado aqui no BR com o título SOB O DOMÍNIO DO MAL... Imperdível. Os atores dão show... Não perca.

Nota: Ótimo
21/12/2011 Por: Betao Recife (35 anos)
Alias o título foi um remake do filme SOB O DOMÍNIO DO MEDO... De 1971 com o Dustin Hoffman.


Nota: Ótimo
30/12/2011 Por: Vinicius (20 anos)
Filme realmente muito bom gera uma angustia tremenda ao longo da trama.

Nota: Bom
05/01/2012 Por: Jack Flack (35 anos)
Começa bem morno, mas na segunda metade melhora bastante. Principalmente no final! Não chega a ser ótimo, mas dá pra se divertir. Nota 7,0.

Fonte

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

524 - O LIVRO DE ELI (2011) DENZEL WASHINGTON

O filme “O livro de Eli” (The Book of Eli) trata de uma era pós-apocalíptica e ós-guerra onde a sobrevivência é muito primitiva e tudo se decide na violência. Mas neste mundo violento existe um livro que pode mudar tudo, com ensinamentos e palavras fortes, que deve ser protegido por Eli.

No filme, Eli (Denzel Washington) é um homem solitário e de poucos amigos que caminha em uma só direção, buscando um local protegido para o livro, que livroé capaz de redimir os pobres de espírito, confortar os desesperados e inspirar as pessoas.. Mas como em todo filme, temos um vilão (Gary Oldman) que também deseja o livro para conquistar o mundo através de manipulações das palavras contidas nele.

O que mais importa na trama toda do filme é o Livro Sagrado que é carregado por Eli e aparece poucas vezes no filme, o que deixa um suspense maior em torno do mistério que ele pode causar. Até porque para conseguir o livro, Carnegie não mede esforços e nem poupa ninguém, isso se estende a Eli.

O filme tem uma maquiagem muito boa e retrata bem as cicatrizes geradas pelo sol na era apocalíptica as pessoas. O cenário e a fotografia me lembraram o filme Mad Max, pois contem muito deserto e com muitas pessoas vestidas no “modelito gangue de motoqueiros” ou “meio punk”.

De longe é mais uma excelente atuação de Denzel Washington que deixa prevalecer um personagem sem muitas falas e com muitos gestos e vem alinhado com todos os outros personagens da trama. Já a dupla de diretores Albert e Allen Hughes, que são irmão, não tem culpa das falhas de roteiro, pois entraram de gaiatos no navio e fizeram um excelente trabalho dentro do que lhe foi possível.

Sem dar nenhuma dica do que acontece no filme, para não estragar a diversão, posso dizer que por vários momentos me surpreendi e percebi que depois de quase 2 horas de filme ele ainda ia me mostrar mais do que eu podia esperar. Eu indico a todos que desejam uma trama bem elaborada, com ação e um jogo de xadrez para conquistar a posse do livro.

Elenco
Denzel Washington .... Eli
Gary Oldman .... Carnegie
Mila Kunis .... Solara
Ray Stevenson .... Redridge
Jennifer Beals .... Claudia
Evan Jones .... Martz
Joe Pingue .... Hoyt
Frances de la Tour .... Martha
Michael Gambon .... George
Tom Waits .... Engenheiro
Chris Browning .... Leader dos sequestadores
Richard Cetrone .... Sequestador
Lateef Crowder .... Sequestador
Keith Davis .... Sequestador
Don Tai .... Sequestador (como Don Theerathada)

Produção
Em maio de 2007, a Columbia Pictures e a Warner Bros. assinaram com os irmãos Hughes para dirigir The Book of Eli, baseado no roteiro de Gary Whitta. O filme é o primeiro filme dos irmãos depois de Do Inferno em 2001. O roteiro foi reescrito por Anthony Peckham, e em Setembro de 2008, o ator Denzel Washington foi incluído no filme como personagem principal.

Em outubro do mesmo ano, Gary Oldman foi escalado para o papel de Carnegie. As filmagens principais começaram em fevereiro de 2009 e foram realizadas no estado americano do Novo México. Alcon Entertainment financiou e co-produziu o filme com a paticipação da Silver Pictures.

Coreografia da luta
As cenas complexas de luta utilizadas no filme foram coreografadas por Jeff Imada e contam com a participação do Filipino Martial Art de Kali. Denzel Washington foi treinado por meses com Dan Inosanto e Jeff Imada para o papel principal do filme.

Lançamento
O filme foi lançado nos Estados Unidos em 15 de janeiro de 2010, no mesmo ano foi lançado no Brasil (dia 19 de março) e em Portugal (dia 11 de Março).
Bilheteria

Em sua primeira semana de exibição o filme arrecadou um total de $32 789 494 (ficando em segundo lugar no ranking atrás do fenômeno Avatar), em sua segunda semana mesmo com uma queda acentuada arrecadou mais $15 732 493. Sua menor queda ocorreu na quinta semana de exibição.

Ao fim de sua exibição arrecadou $94 835 059 na América do Norte e $62 222 890 em outros países para um total mundial de $157 057 950.

Fontes:

domingo, 5 de fevereiro de 2012

523 - O PLANETA DOS MACACOS, A ORIGEM (2011)

Planeta dos Macacos: A Origem é um prelúdio para a franquia de filmes Planeta dos Macacos iniciada em 1968. Ele conta a como os macacos abandonaram a submissão aos seres humanos e reinaram sobre estes, de uma forma inteligente e sobretudo, brilhante. É numa narrativa tranquila que o filme apresenta como os chimpanzés reverteram o quadro de domínio, dando brecha para instigar reflexões acerca da ciência e dos maus tratos aos animais.

O filme consegue se sustentar numa base de atuação fora do comum. Ele despreza um grande elenco, uma vez que o foco da trama cai em grande parcela sobre o ator Andy Serkis, que deu expressões e emoção ao macaco César, graças a tecnologia da WETA Digital. James Franco, Freida Pinto, Tom Felton e John Lithgow têm participações consideradas pequenas quando comparadas a importância de Serkis para com César. Serkis, que já havia trabalhado com captura de movimentos no personagem Gollum da trilogia O Senhor dos Anéis, ajudou a WETA a apresentar um personagem digital que durante diversas sequências nos faz esquecer que não estamos vendo um chimpanzé real na tela. Chega a ser amedrontador o olhar que Serkis cedeu a criatura, quando ela demonstra a evolução do animal que vem a liderar a grande revolução sobre os humanos.

Na história, James Franco vive Will, um cientista que trabalha na indústria farmacêutica. Seu projeto atual é um antídoto para o Alzheimer, que é testado em um grupo de macacos no laboratório. No início do teste, após um acidente com um dos macacos, a empresa decide parar o projeto e ordena que as cobaias (os macacos) sejam sacrificados. É neste momento em que o filme introduz como os humanos são, de maneira geral, seres superiores abomináveis. Há uma preocupação em esclarecer, nos momentos iniciais, que os macacos são seres extremamente explorados, coisa que o diretor Rupert Wyatt conseguiu fazer muito bem.

César é um destes macacos, que salvo por Will, vira um animal doméstico. Logo César começa a responder ao antídoto que corre em suas veias, apresentando melhoras físicas e intelectuais. Calmamente a narrativa dá espaço para que o telespectador descubra, junto com César, Will e os outros personagens, o potencial que o medicamento tem nos chimpanzés. Pouco a pouco a trama se arrasta de maneira interessantíssima nesta descoberta, culminando num macaco quase humano.

Serkis, como César, honra o cargo de protagonista com atuações impecáveis. Ele simplesmente dá uma personalidade séria e madura ao macaco, que explica — sem faltar nenhum detalhe — como ele se tornou líder de um grande exército de chimpanzés. O macaco se revela decidido a se libertar do mal que assombra a todos os animais de sua espécie. A submissão não é mais uma opção e César consegue deixar isto tudo muito explícito; o que ele propõe, já no auge de sua inteligência, é que todos os símios vivam livremente e o que a trama mostra é que isto não pode acontecer paralelamente ao mundo dos seres humanos.

O conflito que surge é contado com sequências de intensa ação. Os macacos confrontam os seus dominadores exigindo liberdade, deixando claro que eles agora são seres racionais; parte de um grupo organizado, entrando numa batalha planejada pela fuga do domínio. É surpreendente ver, mesmo que na ficção, criaturas como chimpanzés lutando em grupo por um interesse comum. Eles conseguem se assemelhar a guerreiros humanos, colocando em prática táticas de combate como se já treinassem para aquilo há anos.

O longa levanta uma hipóstese para a extinção da humanidade, trazendo consigo referências à franquia Planeta dos Macacos, a começar pelos personagens deste prelúdio que são os próprios chimpanzés que estão nos clássicos. A história, mesmo que não necessite, deixa abertura para uma sequência que poderia agradar bastante.




Curiosidades:
» Nas cenas iniciais o chipamzé César, com três anos de idade completou a Torre do Luca em 15 movimentos. Na sequência está diante de um tabuleiro de xadrez, com uma das mãos à cabeça e defendendo as peças pretas parece analisar algum lance. E ainda em seu relatório o Dr. Will fala que ele joga xadrez muito bem.
» Este é o segundo filme em que Andy Serkis empresta seus movimentos a um macaco, sendo a primeira em 'King Kong' de 2005.
» O nome dado a mãe de César é "Bright Eyes", devido à coloração nos olhos causada pelo vírus ALZ-112. "Bright Eyes" é o nome dado a Taylor (Charlton Heston) pelo Dr. Zira (Kim Hunter), no Planeta dos Macacos original.
» O nome do personagem de Tom Felton é Dodge Landon, referência para Dodge (Jeff Burton) e Landon (Robert Gunner), colegas de Taylor (Charlton Heston) em 'Planeta dos Macacos'.
» Em uma cena, César está montando um quebra-cabeças da Estátua da Liberdade, em referência ao fim do Planeta dos Macacos original.
» Kathryn Bigelow, Robert Rodriguez, Tomas Alfredson, Allen Hughes e Albert Hughes, Pierre Morel, James McTeigue, Dennis Iliadis e Scott Charles Stewart foram cotados para a direção.
» Rupert Wyatt ('The Escapist') dirige.
» Inicialmente intitulado 'Rise of the Apes' (A Ascensão dos Macacos), foi alterado para 'Rise of the Planet of the Apes' (A Ascensão do Planeta dos Macacos).
» A empresa preferiu esquecer totalmente a refilmagem de 2001, dirigida por Tim Burton.

O Planeta dos Macacos: A Origem é definitivamente um dos melhores filmes de 2011.

Elenco:
James Franco,
Freida Pinto,
Andy Serkis,
Brian Cox,
Tom Felton,
David Hewlett,
John Lithgow.

Direção: Rupert Wyatt
Gênero: Aventura
Duração: 105 min.
Distribuidora: Fox Film
Estreia: 26 de Agosto de 2011

Fontes:




















522 - DA VINCI, O CRIME COMO UMA ARTE

Sinopse: Filme que mistura policial com alta dose de humor ao contar as aventuras de um ladrão  (Tsuma) que, após sair da cadeia ao ganhar liberdade condicional, vê sua grande chance ao planejar o roubo de um valioso quadro pintado pelo genial Leonardo Da Vinci. Assim, ele se prepara para o golpe e procura seu antigo parceiro de crimes. Para sua surpresa, descobre que o antigo ladrão, agora, é um policial, mas ainda lhe deve favores. Assim, no seu plano, está a idéia de fazer uma versão falsa do quadro, e ainda roubar a verdadeira que vale uma fortuna. Dessa forma, ele coloca sua estratégia em ação, mas nem tudo é tão fácil como aparenta, e ele e os amigos que convocou, terão de lidar com alguns problemas e situações delicadas e arriscadas se quiserem sair dessa ilesos, e ricos.

Agora ele quer roubar a pintura mais famosa do país "A Dama com Arminho" (Lady With Ermine). Copiar essa obra parece muito mais promissor do que roubá-la... Mas fazer as duas coisas, é mais promissor e divertido ainda! Ação, Humor, Inteligência e Esperteza fazem de Vince, uma obra prima de filme! Para quem torce sempre pela polícia, vai ver o crime sob um ângulo diferente!

Informações Técnicas
Título no Brasil: Da Vinci - O Crime Como Uma Arte
Título Original: Vinci
País de Origem: Polônia
Estúdio/Distrib.: Daylight

Direção: Juliusz Machulski
Gênero: Policial
Equipe Técnica
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento: 2004
Site Oficial:


Elenco
Robert Wieckiewicz ...
Robert "Cuma" Cuminski
Borys Szyc ... Julian
Mieczyslaw Grabka ... Gruby
Marcin Dorocinski ... Wilk
Kamilla Baar ... Magda
Jacek Król ... Werbus

Fontes