sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

251 - PROF. MÁRIO CARDOSO É PREMIADO NO 2º PRÊMIO BRASIL

2º PRÊMIO BRASIL DE ESPORTE E LAZER DE INCLUSÃO SOCIAL


O Estado do Pará foi reconhecido e homenageado na tarde desta sexta-feira (16), em solenidade realizada no belíssimo auditório do Kubistchek Plaza, em Brasília, com a presença do ministro do Esporte, Orlando Silva e a secretária nacional de Desenvolvimento do Esporte e do Lazer, Rejane Penna Rodrigues. O Pará foi selecionado dentre os 51 trabalhos vencedores do 2º Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social através do trabalho realizado pelo PROFESSOR MÁRIO CARDOSO, importante baluarte do xadrez escolar paraense.


É apenas a segunda versão do Prêmio Brasil, promovido pelo Ministério do Esporte que homenageia os vencedores em cada uma das cinco categorias concorrentes da 2ª edição do Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social. Com o dobro de participantes em relação a 2009, esta 2ª edição registrou 222 trabalhos, sendo 182 aprovados. Na edição passada participaram 145 autores com 90 trabalhos.
O ministro Orlando Silva, por sua vez, ressaltou que a iniciativa é uma importante contribuição do governo federal para consolidar o esporte e lazer como um direito constitucional. Ele elogiou o trabalho desenvolvido pela Secretaria Nacional de Desenvolvimento e de Lazer. “As ações desenvolvidas pela SNDEL nos enchem de orgulho e não nos deixam dever a nenhuma secretaria nessa área, no mundo”, disse.
Rejane Penna Rodrigues afirmou que o prêmio se consolida como importante condecoração para o país. “O Brasil conquistou avanços com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, fato que, segundo ela, são trabalhos que apontam a corresponsabilidade de todos nós na conquista da cidadania por meio de ações que visam a construção do esporte e do lazer.”
Para a secretária Nacional de Desenvolvimento do Esporte e do Lazer (SNDEL), Rejane Penna Rodrigues, o aumento do número de participantes reflete a realidade do momento em que vive o Brasil do futuro, ou seja, o novo formato de desenvolvimento está sendo traçado em função das oportunidades criadas pelos megaeventos esportivos, como Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, que também representam um legado social.



CATEGORIAS DOS TRABALHOS
“Dissertação, Tese e Pesquisa Independente”,
“Monografia de graduação e de Especialização”,
“Relatos de Experiência”,
“Ensaio” e “Mídias”, sendo esta última dividida entre:
Jornalismo Impresso,
Telejornalismo,
Fotojornalismo,
Webjornalismo e
Audiovisual Educativo.


O julgamento foi feito segundo os critérios de avaliação, relevância, viabilidade, inovação, fundamentação e argumentação crítica, qualidades lingüística e visual.


O paraense Mário Cardoso foi agraciado dentro da categoria “Relatos de Experiência”, enchendo todos os enxadristas do Estado do Pará de enorme satisfação.


Durante a cerimônia o ministro agradeceu aos pesquisadores, professores, universitários e gestores participantes pela “brilhante contribuição que deram ao esporte nacional.”


O presidente Lula estava sendo aguardado por todos os presentes. Por conta de sua indisponibilidade encaminhou uma mensagem destinada a todos os participantes, parabenizando-os pelo empenho em colaborar, com seus trabalhos, com a política pública para o Esporte e o Lazer.


Na correspondência, o presidente destacou a importância do esporte na vida das pessoas como um direito que todos os brasileiros devem ter. Não apenas de assistir e torcer, mas também praticar. “O Prêmio Brasil é um excelente estímulo aos profissionais que trabalham para que o esporte se consolide como uma forma de inclusão social.”


O Clube de Xadrez Marabá aguarda o envio de fotos de um assessor parlamentar que esteve presente na cerimônia. E assim que recebermos estaremos postando-as com grande alegria. Esta é a única maneira que temos para expressar nosso orgulho e satisfação pelos relevantes trabalhos do Mestre Mário Cardoso.

domingo, 12 de dezembro de 2010

250 - BRASIL - EDUCAÇÃO COM ÍNDICES DE PAÍSES DE TERCEIRO MUNDO

O Ensino Brasileiro apresentou melhorias nas disciplinas de leitura, matemática e ciências, apenas, em se comparando com seus próprios resultados anteriores


Baseado no texto de: Rafael Targino - Em São Paulo
 http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/12/08/pisa-2009-meninas-superam-meninos-em-leitura-mas-perdem-em-matematica-e-ciencias.jhtm


A nação brasileira, devagarinho, vai despertando para algo de muita importância para uma nação soberana: a Educação. Todos os políticos prometem melhorias nas escolas, condições de trabalho, merenda e até nos salários dos mestres. Tudo parece ser paliativo perante um modelo de ensino ultrapassado.


Os políticos procuram inovar com propostas mirabolantes, como se o ensino brasileiro fosse um laboratório. Tudo para passar uma imagem que estão resolvendo o problema do baixo desempenho do ensino brasileiro. No entanto, ainda temos a escola como um espaço pouco atrativo, com elevado índice de evasão e notas baixas.


A evolução no ensino chegou a alcançar em alguns casos, a meta estabelecida pelo Plano de Desenvolvimento do Ensino. Isto já demonstra uma sensível melhoria, ou seja, melhorou apenas em si comparando com os dados de anos anteriores. Poucos Estados alcançaram esta meta. Ainda assim, está longe dos índices de países desenvolvidos, da OCDE, no gráfico ao lado.


Algumas medidas até parecem bem intencionadas como colocar na mesma sala de aula dois professores, doação de uniformes, mochilas, agendas ou até mesmo transformar a merenda em uma refeição escolar. Imaginam que a escola é um restaurante popular e que na sala de aula precisa de um mestre e de um ajudante, ou seja, não encarando o problema seriíssimo da educação com soluções eficientes. O ensino em apenas um período apresenta os resultados que conhecemos: notas baixas. Como podermos ver no gráfico, o ensino está longe de melhorar e, gera enormes problemas sociais, longe de desenvolver a sociedade como um todo. Então, uma grande medida, seria investir na jornada integral.


O ensino brasileiro considera um modelo dito como ultrapassado. O mestre é o senhor do saber, aquele que dá aulas expositivas considerando o aluno apenas como repositório do conhecimento. Mas, o resultado que aponta que o Ensino ainda está abaixo das médias das nações desenvolvidas revela que é preciso ousar, coisa que o ministro Fernando Haddad não pode fazer, envolvido com tantos problemas no ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio.


O resultado que está sendo divulgado, do desempenho nas disciplinas de matemática, ciências e leitura não credencia a manutenção de Haddad no ministério da Educação. O Brasil melhorou seu desempenho na comparação consigo mesmo, ou seja, não avançou acima das médias mundiais.


Entre as 64 nações participantes do PISA - Programa Internacional de Avaliação de Alunos o Brasil continua em 53º lugar no ranking de ciências. O resultado foi divulgado nesta 3ª feira (7). O exame, feito pela OCDE – Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, avaliou em 2009 o conhecimento de cerca de 470 mil estudantes em leitura, ciências e matemática de 65 países.




COMO É FEITO OS EXAMES


Em ciências, são examinados o conhecimento adquirido e a capacidade de usar esse conhecimento efetivamente. Assim como em matemática, os níveis de proficiências avaliados podem ir de 1 a 6.


O conhecimento na disciplina no Brasil é semelhante ao de países como Trinidad e Tobago, Colômbia, Montenegro, Argentina, Tunísia e Cazaquistão. Não dá para comemorar.


Dentre os países latino-americanos, Chile (44º), Uruguai (48º) e México (50º) tiveram melhor desempenho que o Brasil. Colômbia (54º), Argentina (55º), Panamá (62º) e Peru (64º) tiveram resultados piores.


O QUE É


O Pisa busca medir o conhecimento e a habilidade em leitura, matemática e ciências de estudantes com 15 anos de idade tanto de países membro da OCDE quanto de países parceiros. Essa é a quarta edição do exame, que é corrigido pela TRI (Teoria de Resposta ao Item). O método é utilizado também na correção do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio): quanto mais distante o resultado ficar da média estipulada, melhor (ou pior) será a nota.


A avaliação já foi aplicada nos anos de 2000, 2003 e 2006. Os dados divulgados hoje foram baseados em avaliações feitas em 2009, com 470 mil estudantes de 65 países. A cada ano é dada uma ênfase para uma disciplina: neste ano, foi a vez de leitura.




PAÍSES PARTICIPANTES


Dentre os países membros da OCDE, estão Alemanha, Grécia, Chile, Coréia do Sul, México, Holanda e Polônia, dentre outros. Dentre os países parceiros, estão Argentina, Brasil, China, Peru, Qatar e Sérvia, dentre outros.

249 - RANKING DOS ESTADOS BRASILEIROS AVALIADOS PELO PISA

Algumas poucas unidades da federação poderão comemorar o atingimento ou superação das  metas do PDE - Programa de Desenvolvimento da Educação. A grande maioria ficou muito abaixo, conforme avaliação do PISA 2009.


O melhor desempenho da Região Norte no PISA ficou por conta do Estado de Rondônia, em 11º lugar, registrou:


398,7 pts em Leitura - média nacional 412,0 pts;
379,1 pts em Matemática - média nacional 386 pts;
397,7 pts em Ciências - média nacional 352,7 pts.


O ranking ao lado foi realizado com base na soma de pontos das três disciplinas e dividido por três.


Para realizar este levantamento, conforme quadro ao lado, tivemos acessos às informações do seguinte endereço: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2010/12/07/pisa-2009-os-numeros-da-educacao-no-brasil-923214119.asp 


Fica evidente, portanto, que a Educação brasileira é de baixa qualidade, em se comparada a de países desenvolvidos, principalmente nos estados que compõem as regiões Norte e Nordeste.


Que a educação não é motivo de orgulho, isto é óbvio. Porém, ficarmos indiferentes é que é dramático. Nossa soberania dependerá do nível de desenvolvimento de nossa população. Dizer que está melhorando é normal. Difícil é dizer que está longe do nível dos países desenvolvidos. Para que a educação possa melhorar pode-se chegar a inúmeras sugestões. Cada um fazendo ao seu modo e sem resultados expressivos.


Uma lei foi proposta pelo senador Cristovam Buarque dormita em alguma gaveta esquecida do Senado Federal. Trata de uma proposição: de que os filhos de políticos eleitos tenham por força de lei, de matricular seus filhos em escolas públicas. Desta forma o político iria rapidamente perceber as deficiências e saberia como solucioná-las. É simples.


O PISA, sigla do Programme for International Student Assessment, que, em português, foi traduzido como Programa Internacional de Avaliação de Alunos, é um programa internacional de avaliação comparada aplicado a estudantes da 7ª série em diante, na faixa dos 15 anos, idade em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países.


Esse programa é desenvolvido e coordenado internacionalmente pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), havendo em cada país participante uma coordenação nacional. No Brasil, o PISA é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).


As avaliações do PISA acontecem a cada três anos e abrangem três domínios do conhecimento – Leitura, Matemática e Ciências – havendo, a cada edição do programa, maior ênfase em cada uma dessas áreas. Em 2000, o foco era na Leitura; em 2003, Matemática; e em 2006, Ciências.





O PISA 2009 inicia um novo ciclo do programa, com a ênfase novamente recaindo sobre o domínio de Leitura.


O objetivo principal do PISA é produzir indicadores que contribuam para a discussão da qualidade da educação ministrada nos países participantes, de modo a subsidiar políticas de melhoria da educação. A avaliação procura verificar até que ponto as escolas de cada país participante estão preparando seus jovens para exercerem o papel de cidadãos na sociedade contemporânea.


O PISA é desenhado a partir de um modelo dinâmico de aprendizagem, no qual novos conhecimentos e habilidades devem ser continuamente adquiridos para uma adaptação bem sucedida em um mundo em constante transformação. Para serem aprendizes efetivos por toda a vida, os jovens precisam de uma base sólida em domínios-chave, e devem ser capazes de organizar e gerir seu aprendizado, o que requer consciência da própria capacidade de raciocínio e de estratégias e métodos de aprendizado.


A avaliação aborda múltiplos aspectos dos resultados educacionais, buscando verificar o que chamamos de letramento em Leitura, Matemática e Ciências.


O termo “letramento” pretende refletir a amplitude dos conhecimentos, habilidades e competências que estão sendo avaliados. O PISA procura ir além do conhecimento escolar, examinando a capacidade dos alunos de analisar, raciocinar e refletir ativamente sobre seus conhecimentos e experiências, enfocando competências que serão relevantes para suas vidas futuras.

248 - Estados do Norte e Nordeste - piores no ranking da Educação

Baseado no texto de: Amanda Cieglinski - Da Agência Brasil - Em Brasília


http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/12/07/alunos-do-df-alcancam-melhor-resultado-no-pisa.jhtm




Os alunos do Distrito Federal foram os que atingiram a melhor média entre os 20 mil brasileiros que participaram do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) em 2009. Os resultados foram divulgados hoje (7). A prova é aplicada a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e avalia o conhecimento de estudantes de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências.


Média, considerando as três disciplinas os destaques nacionais foram o Distrito Federal, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Outros estados também ficaram muito bem avaliados: Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Goiás.






MELHORES DESEMPENHOS


Considerando as três disciplinas, nenhum estado da região norte ou nordeste entre os 05 melhores desempenhos:




DISTRITO FEDERAL 439 pontos – 38 acima da nacional.
SANTA CATARINA 428
RIO GRANDE DO SUL 424
MINAS GERAIS 422
PARANÁ 417.






Em 2009, o Brasil aumentou o plano amostral e o número de alunos participantes para que os resultados do Pisa pudessem ser comparados por estado.






No fim da lista, ficaram os estudantes de Alagoas e do Maranhão que obtiveram a menor nota – 354 e 355 pontos respectivamente. Na sequência, aparecem o Acre, o Amazonas e o Rio Grande do Norte, todos com média 371. Os resultados inferiores do estado do Norte e Nordeste são reflexos do baixo investimento que foi feito nessas regiões nos últimos anos, segundo o ministro da Educação Fernando Haddad.


“É muito injusto cobrar do Norte e do Nordeste um desempenho comparável com o do Sul e do Sudeste, sabendo que só muito recentemente nós estamos dando as condições para que esses estados possam formular políticas educacionais consistentes. Vamos corrigir as desigualdades garantindo que não importa onde a criança nasça o investimento público seja o mesmo”, disse o ministro ao se referir ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Criado em 2006, ele repassa recursos aos estados mais pobres que não conseguem investir um valor mínimo por aluno ao ano.




RONDÔNIA É O DESTAQUE DA REGIÃO NORTE


Rondônia parece que vem descobrindo o caminho das pedras na melhoria do seu sistema educacional. O Estado conta com 1.562.417 habitantes (2006), possui área de 237.576,167 em km² e densidade demográfica de 6,6 habitantes por km², possui apenas 52 municípios. Suas principais atividades econômicas são a agricultura, pecuária e extrativismo vegetal e mineral. O seu índice de analfabetismo é 8,6% (2001).


No ranking formado com base nas avaliações do PISA 2009, o Estado de Rondônia conseguiu o 11º lugar com as seguintes notas


Leitura  398,7 pts. A média nacional é de 412 pts. O desempenho ficou abaixo da média nacional;
Matemática 379,1 pts. A média nacional é de 386,0. Também ficou abaixo da média;
Ciências 397,7 pts. A média nacional é de 352,7. Foram 45 pontos acima da média nacional.




TOCANTINS SEGUNDO MELHOR DESEMPENHO DO NORTE


O segundo melhor desempenho do Norte ficou com o mais novo estado do Brasil, o Tocantins. Possui população de 1.305.728 habitantes (2005), área de 277.620,914 km² e 139 municípios. Suas
principais atividades econômicas são a agricultura, pecuária e o extrativismo. Ainda assim, tem elevado índice de analfabetismo:17% (2000). Conquistou o 15º lugar no ranking nacional com média de 382,0 pontos. Suas notas foram:


Leitura 390,7 pts. A média nacional é de 412 pts. O desempenho ficou abaixo da média nacional;


Matemática 363,4 pts. A média nacional é de 386,0. Também ficou abaixo da média;
Ciências 392,2 pts. A média nacional é de 352,7. Foram 39,5 pontos acima da média nacional.




AMAPÁ COMEMORA 3º MELHOR DESEMPENHO DA REGIÃO NORTE


Com uma população estimada de 615.715 (2006) e uma área de apenas 142.814,585 km², possui apenas  16 municípios. Tem como principais atividades econômicas o extrativismo vegetal (castanha-do-para e madeira) e mineral (manganês). Índice de analfabetismo de 9,2% (2000).


O Amapá é um dos destaques da região Norte e conseguiu o 17º lugar no ranking nacional. Sua educação foi avaliado e obteve as seguintes notas


Leitura 362,6 pts. A média nacional é de 412 pts. O desempenho ficou abaixo da média nacional;


Matemática 365,3 pts. A média nacional é de 386,0. Também ficou abaixo da média;
Ciências 378,2 pts. A média nacional é de 352,7. Foram 25 pontos acima da média nacional.




O ESTADO DO PARÁ 4º DA REGIÃO NORTE E 19º NO RANKING NACIONAL
 
Com morador de um município do Estado do Pará, do interior. Presenciando as notícias da Educação, com sucessivas trocas de secretários de educação, falta de professores e aumento da violência, dá para imaginar que não havia e portanto, não foi posto em prática um projeto para melhora do ensino, têmos um Estado RICO com uma população POBRE. Com uma riqueza altamente concentrada nas mãos de poucos, a população padece com a falta de políticas públicas.
 
Enquanto dirigente do Clube de Xadrez estamos procurando até o dia de hoje, contato com o Secretário de Educação. Tá difícil, mais não vamos desistir. O resultado do afastamento das autoridades de sua população resulta nisto que estamos vendo: uma educação muíto ruím; elevados índices de violência e alta concentração de riquezas.  
 
O grandioso Estado da Região Norte, o Pará, detém uma área de 1.247.689,5 km² e uma população de  7.110.465 habitantes (2006) e apenas 143 municípios. O Estado é rico, muito rico econômicamente falando, suas principais atividades econômicas a agricultura, pecuária, extrativismo e mineração e 10,6% de analfabetismo:10,6% (2003).


A prova de que o nível de educação é ruím, vem nos números do PISA 2009, vejam abaixo:


Leitura 383,4 pts. A média nacional é de 412 pts. O desempenho ficou abaixo da média nacional;


Matemática 362,8 pts. A média nacional é de 386,0. Também ficou abaixo da média;
Ciências 381,8 pts. A média nacional é de 352,7. Foram 29,1 pontos acima da média nacional.


TODO ESTADO TEM ESPAÇO PARA MELHORAR


Na avaliação do ministro, todo estado, “tem espaço para melhorar”. “O importante é o movimento de buscar a excelência”, afirmou. Realmente ele tem razão. Mas, o que está sendo feito já sabemos do resultado final e, tem que melhorar muito. Precisa de um projeto nacional de ensino em jornada dupla, integral, com o ensino nos dois períodos, manhã e tarde, pelo menos. Assim, tanto melhoraremos a educação como o social. Retirando as crianças e adolescentes das ruas. Mas, parece que este não é o pensamento do ministro, pena.