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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

196 - ESTAMOS PRÓXIMOS DOS 1.000 ACESSOS

O relógio que faz a contagem dos acessos ao nosso blog, aproxima-se da marca dos 1000 acessos. Este número é muito importante pois, mostra a relevância deste meio de relacionamento do Clube de Xadrez Marabá com os seus simpatizantes.


Difícil dizer quem são os nossos visitantes. Porém, ele é acessado pelos nossos simpatizantes, praticantes de xadrez, escolas, professores e a imprensa em geral. Ainda ontem, graças a ligação do querido amigo Ulisses Pompeu profissional da imprensa ligado ao Jornal O Liberal, ficamos sabendo do interesse deste em preparar matéria para o seu noticioso.


Enfim, sabemos que outros blogs também fazem acesso, é o caso do blog do Clube de Xadrez de Três Rios, Liga de Xadrez de Imperatriz, Cavaleiros da Dama de Canaã dos Carajás, do Departamento de Xadrez de Parauapebas entre outros.


Nossa alegria é saber que a média de visitantes dia é de aproximadamente 12 visitantes e, logo chegaremos
a marca de 1000 acessos, graças a Deus.

 

O momento é de agradecer a todos os visitantes que utilizam do blog e da confiança em nosso trabalho e nas perspectivas de realizações que sempre estão dentro das possilibidades da Cidade de Marabá, "Terra da Prosperidade", segundo matéria da revista Veja.


Dentro em breve teremos mais novidades no nosso blog.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

195 - MEMÓRIA EM DIA: ALIMENTOS QUE ESTIMULAM O CÉREBRO

Eles melhoram a concentração e ajudam a aumentar seu rendimento nos estudos


Por Especialistas




A fisetina é uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre. Segundo o Instituto Salk, na Califórnia (EUA), essa substância vem sendo considerada fundamental para manter a memória jovem, porque sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar. Confira abaixo alguns nutrientes e minerais amigos do cérebro:


- Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo: Sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro, iogurtes.


- Vitamina E: Poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.


- Vitamina C: Famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-geminadas, assim como na maioria das frutas.


- Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas.


- Bioflavonoides: São polifenois com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro.


- Colina: Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.


- Acetil-colina: Um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.


- Fitosterois: Estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, reduzindo proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.


- Fosfolipídeos (entre eles a Lecitina): Funcionam como um detergente, desengordurando todos os sites por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.


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Dança ativa memória nos idosos
Descansar faz bem à memória


- Ômega-3: Funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula.


- Carboidratos: A glicose é a energia exclusiva do cérebro. Por isso, ficar muito tempo sem comer carboidratos diminui a atividade mental. Carboidratos complexos (pão, batata, grãos) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia de forma regular. Já o açúcar dos doces é absorvido tão rapidamente que é armazenado como gordura, sem fornecer energia de modo constante.


- Cafeína: É um potente estimulante do sistema nervoso central. Tem efeitos positivos, como aumento da disposição física e diminuição do sono. Em excesso, causa danos à memória. Café e chá verde.


- Triptofano: Aminoácido que atua no sono e na performance cerebral. Pode ser encontrado no leite, queijo branco, nas carnes magras e nozes.


Conteúdo por: Daniela Cyrulin
Especialidade: Nutrição


Fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/11850-Memoria-em-dia-alimentos-que-estimulam-o-cerebro.htm

domingo, 5 de setembro de 2010

194 - XADREZ: UMA VISÃO DE ENSINO

Por Eric Piassi


Há um bom tempo jogando xadrez e atuando como professor deste mesmo jogo, freqüentei várias escolas de xadrez e fiz diversos cursos, sempre buscando a melhoria em ambas atividades. Habituado a conviver nesse meio esportivo e pedagógico, não encontrei profissionais engajados e comprometidos, com didática e metodologia de ensino que fossem capazes de estimular nas crianças o gosto pela aprendizagem e pelo prazer de jogar.


Analisando esses fatos, propus uma pesquisa de campo e bibliográfica com a proposta de verificar e apresentar para a comunidade estudantil e científica uma visão pedagógica sobre o xadrez, haja visto o crescimento do número de praticantes e de projetos de inserção do mesmo nas unidades de ensino.


O xadrez, na atual conjuntura, está se tornando muito popular e familiar à comunidade escolar, uma vez que tanto os profissionais enxadristas como os profissionais relacionados à educação vêm aproximando o jogo dos alunos das escolas públicas e particulares de todo o país. Entretanto, ao efetivar a pesquisa junto a esses profissionais, comprovou–se o que era levantado como dúvida: Os profissionais da educação e os professores de xadrez estão inserindo esta atividade nas salas de aula de forma adequada e estão suficientemente preparados para explorar todos os benefícios que ela oferece?


Segundo o que pude constatar nessa pesquisa, além de os profissionais não estarem devidamente capacitados, não enxergam as reais habilidades que o jogo de xadrez pode auxiliar a desenvolver em crianças ou em qualquer um de seus praticantes. A maioria vê o jogo de xadrez como uma arte difícil de ensinar, mas acredito, baseado nas experiências que realizo diariamente em sala de aula, que basta o professor se empenhar em construir uma aula dinâmica e interessante que esse quadro pode ser revertido facilmente. Outro ponto que merece destaque é que muitos profissionais não encaram o xadrez como uma disciplina válida em sala de aula. Para eles, o jogo de xadrez não passa de uma “brincadeira” extracurricular. Entretanto, o que não percebem é que esta atividade lúdica traz muitos benefícios aos seus praticantes, como o desenvolvimento do raciocínio lógico, estratégico e matemático.


Foi diagnosticado, ainda, quão poucos profissionais conhecem a real função do jogo de xadrez: auxiliar no processo de ensino e aprendizagem. Entretanto, apesar de acreditarem nisso, não sabem explicar o porquê. Para outros, o xadrez é encarado como algo que não interfere ou até atrapalha a aprendizagem do aluno.


Outro problema detectado diz respeito à formação dos professores de xadrez, que precisa ser aprimorada, pois muitos deles detêm apenas os conhecimentos básicos do jogo, o que não é desejável, uma vez que compromete o nível de conhecimento próprio e, conseqüentemente, do aluno. É evidente que não se pretende que o instrutor de xadrez seja um ‘expert’ ou um campeão mundial, mas espera–se que tenha condições de oportunizar aos alunos o desenvolvimento das competências e habilidades que este oferece, além de ser detentor de uma boa didática e de conhecimentos básicos de psicologia pois, através da ludicidade, está trabalhando com a formação de valores e cidadania.


Hoje, as escolas procuram diversificar a sua grade curricular, visando a melhoria da educação e da formação dos alunos, e o xadrez é um dos componentes mais procurados por ser um excelente instrumento de aprofundamento no processo de ensino-aprendizagem. Porém, sua inserção nos meios escolares requer muito preparo e domínio de todos os envolvidos, para que não incorramos no erro de analisar o jogo de xadrez como um mero jogo, diversão ou atrativo financeiro, desperdiçando as benesses pedagógicas que ele pode trazer. Pretendo que os resultados desta pesquisa, que foram comprovados teoricamente, sirvam como eixo norteador para projetos de implantação do jogo de xadrez em instituições públicas ou privadas de ensino. Outrossim, desejo que os profissionais que atuarão nesta área tenham uma formação adequada a fim de tirarem dela o melhor proveito em benefício da aprendizagem dos educandos.


Artigo de: Clube de Xadrez online
http://www.clubedexadrez.com.br/
Fonte: http://sites.google.com/site/edukabrinke/Curiosidades-sobre-o-Xadrez
Foto: http://visaodovale.com.br/noticias/artigo/quando-xadrez-e-matematica-caminham-juntos.html

193 - PROJETO XADREZ PARA TODOS

O Projeto "Xadrez para Todos" é uma promoção da Prefeitura Municipal de Corumbá - MS através da Fundação de Esportes de Corumbá – MS, com apoio do Governo Popular, da Secretaria de Estado da Juventude e do Esporte e Lazer-Sejel, e Fundo de Investimento Esportivo-FIE.

Tem por objetivo promover a integração de escolares, acadêmicos e comunidade em geral, elevando o intercâmbio sócio-desportivo em participar de competições visando o aprimoramento técnico, moral e intelectual preparando para representar nossa cidade à nível estadual, nacional e internacional.

A importância de desenvolver uma forma de operação da inteligência de modo a organizar e ampliar a capacidade criativa para tomada de decisões, estimulando o raciocínio, a paciência, a vontade de vencer e auto-estima.

O projeto será implantado em nas escolas públicas da cidade e desenvolvido pelo Profº Augusto Cesar Samaniego - Clube de Xadrez Pantanal.

O projeto já está funcionando em alguns pólos, e outros estão sendo adequados para terem seu início.

http://sites.google.com/site/edukabrinke/Curiosidades-sobre-o-Xadrez
Foto: http://www.vivaexperiencias.net/experiencias/xadrez-para-criancas

192 - PROJETO XADREZ PARA A VIDA

Pela Profª Joelma Carneiro Catanho


JUSTIFICATIVA: o projeto surgiu a partir da necessidade de oferecer aos alunos do MPC – Movimento Pró-criança, ONG de Recife/PE, uma atividade que despertasse o interesse dos adolescentes assistido pela entidade.


Essa faixa etária estava demonstrando apatia pelas atividades oferecidas a eles. Sentiam a necessidade de serem desafiados. Além do mais, esses alunos também apresentavam dificuldades de relacionamento, concentração e rendimento escolar bastante deficiente.




OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Melhorar o relacionamento social;
• Melhorar o rendimento escolar;
• Desenvolver o raciocínio lógico;
• Desenvolver a leiturização;
• Aumentar a concentração;
• Ajudá-los em tomadas de decisões;
• Torná-los multiplicadores da prática do esporte;
• Torná-los pessoas mais seguras e melhores preparadas para a vida

 OBJETIVO GERAL: oferecer uma atividade que pudesse atingir um público específico da instituição que apresentava desinteresse pelas demais atividades.



HISTÓRICO: o Projeto de Xadrez para a Vida, inicialmente era uma atividade opcional: xadrez. Em agosto de 2005, foi introduzido no MPC, na tentativa de despertar o interesse de um grupo de adolescentes que estavam apáticos a tudo o quanto lhes era oferecido pela instituição.


Inicialmente cinco alunos mostraram-se dispostos a conhecer a nova linguagem. Sendo esses alunos vistos como líderes, logo despertou a curiosidade de outros. No final do ano de 2006, o número de alunos havia crescido para 45. Lembrando sempre que essa atividade, o aluno opta por fazê-la.


Rapidamente, percebemos que o xadrez podia ter maiores aplicações. Não somente a de transmitir o aprendizado desse esporte. Dar uma visão holística dessa prática proporcionou a abordagem de fatos do cotidiano: meio ambiente, formas de governo, leiturização, namoro, hierarquia, descriminação social, relacionamento familiar, moda, etc. Todos vistos sob um ponto de vista desafiador. Assim como é a vida.


Logo, começamos a perceber que o número de assuntos discutidos em sala de aula se tornava infinitamente diversificados. Até que concluímos que a vida poderia ser descrita num tabuleiro de xadrez. Passando assim o projeto a se chamar: Xadrez para a Vida.


Como educadora, consegui ainda extrair dos alunos sentimentos muitas vezes ocultados por eles. Enquanto eles estão concentrados para fazer um lance, inicio um diálogo, muitas vezes respondidos com frases curtas e bastante objetivas, e seus olhares não desviam do tabuleiro, mas que respondiam exatamente o que eu necessitava saber. Normalmente, procuro entender mudanças de comportamentos, surgidas de forma repentina ou gradativa, que o aluno se nega falar. O interessante é que quando eles percebem que falaram “mais do que deviam”, eles tiram o olhar do tabuleiro e me olham nos olhos, mas não demonstram arrependimento, voltam a fitar o tabuleiro, e esperam que eu me pronuncie. O que faço ou não. Dependendo da informação obtida. Uma partida de xadrez pode funcionar como um confessionário.


Sempre procurando aperfeiçoar a introdução do xadrez na Instituição. Passei a adotar um fundo musical com música clássica, durante o momento reservado para o jogo. Além de propor a eles uma chance de conhecer outros ritmos musicais, cientificamente é comprovado que quando o cérebro humano está numa atividade de aprendizado e ou concentração, a música clássica atua como facilitador dessa tarefa. Logicamente, a idéia não agradou, pois os alunos estão acostumados a outros ritmos, mas atualmente, quando por ventura, esqueço de colocar o som, sou cobrada da falta da música.


E nossas vitórias são pequenas, mas significativas: um forte exemplo que temos foi transformação significativa em um aluno, que estava preste a ser desligado da Instituição devido ao seu péssimo comportamento, extrapolando qualquer tentativa de integrá-lo na Instituição. Esse aluno passou a freqüentar as aulas de xadrez, e a partir daí tudo mudou. Agora, ele não só está respondendo bem as outras propostas educativas do MPC. Como também, foi convidado por sua professora na escola, a participar como voluntário no projeto Escola Aberta como monitor de xadrez, e com perspectivas de ser remunerado futuramente.


Para 2007, solicitei aos pais dos alunos, o histórico escolar desde 2005. Com intuito de fazer um estudo do rendimento escolar deles e observar se houve alguma melhora neste sentido, uma vez ser esta uma teoria há muito defendida por vários estudiosos. E como esse projeto é ainda um bebê, procurarei acompanhar desde cedo seu crescimento. Até que ele possa ser forte o suficiente para andar só e ter continuidade com os próximos educadores que possam vir a assumi-lo.

http://sites.google.com/site/edukabrinke/Curiosidades-sobre-o-Xadrez

191 - PEDAGOGOS APOSTAM NO XADREZ COMO FERRAMENTA DE ENSINO PARA A FUTURA GERAÇÃO

Artigo por Gabriel Ottoboni


Além de concentração, raciocínio lógico e disciplina, o jogo de xadrez é uma ferramenta para ensinar matemática, português, geografia e até cidadania. É o que defende o enxadrista Eric Piassi, que no início deste ano implantou o método de ensino usando o jogo no Colégio Fênix de Bauru, cujo resultado tem sido aprovado por alunos e pela direção da escola.


Para difundir o uso de xadrez como ferramenta de ensino, ele escreveu dois manuais - um destinado ao professor e outro ao estudante. Piassi, que é pós-graduado em psicopedagogia, explica que o xadrez não ajuda apenas no ensino de matemática, como muitos pensam. “Com um simples jogo, você pode trabalhar e explorar todas as matérias”, afirma. “Na língua portuguesa, trabalhamos a interpretação de textos e em, em geografia, localização”, resume.


Na escola onde leciona, o método é aplicado na educação infantil para alunos a partir dos 3 anos. Apesar da pouca idade, a criança entra em contato com o xadrez de uma forma lúdica, não competitiva. “Ao invés de ensinar o xadrez com regras, fazemos teatros e apresentamos música para incentivar as crianças a aprender”, explica.


Piassi explica que o jogo de xadrez é colocado em um contexto histórico, no qual é trabalhada desde alfabetização, conteúdos programáticos até valores, além do jogo em si.


O xadrez é utilizado como ferramenta de ensino até a 5.ª série do ensino fundamental. Não há, porém, restrições quanto à faixa etária, segundo Piassi. Ele afirma que nos cursos ministrados em escolas e faculdades, o método é aplicado a pessoas de até 70 anos.


Para o pedagogo, esse tipo de aprendizado influi na formação do caráter da criança. Cada lance da partida corresponde a uma decisão e a vitória depende, obviamente, do acerto. Se movimentar a peça erradamente, pode-se perder o jogo. “Então, temos que tomar as melhores decisões em cada jogada. E é assim que funciona na nossa vida”, compara.


Os alunos da escola aprovam o uso do xadrez como ferramenta de ensino. Thaís Lenharo Gazeta, 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio, já disputou os Jogos Regionais na modalidade com base no que aprendeu na escola. “É o primeiro livro de xadrez que vejo”, disse, entusiasmado, Renato Ruzzo Dodré de Menezes, 8 anos, aluno da 2.ª série. Tahyná Samara Marques Reigada, também com 8 anos, está contente com a metodologia. “Gostei muito”.


O próximo passo, revela Piassi, é implantar o método do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e expandir para outras escolas. “Temos vários pedidos de escolas das redes pública e particular para implantar nosso material, o que é meu sonho”, completa.


Foto do Clube de Xadrez de Petrópolis, http://www.compuland.com.br/cxp/escolas.htm
http://sites.google.com/site/edukabrinke/Curiosidades-sobre-o-Xadrez

190 - CURIOSIDADES SOBRE O XADREZ

- O Xadrez, a Música e a Matemática são os únicos setores da atividade humana em que se conhecem casos de crianças prodígio.




- O campeão nacional absoluto mais jovem de todos os tempos e de todas as modalidades esportivas é um jogador de Xadrez. Trata-se do peruano Júlio Granda Zuñinga, campeão nacional aos 6 anos de idade.


- O Xadrez é o único esporte em que uma mulher conseguiu conquistar um campeonato numa competição mista contra homens. Trata-se da campeã húngara Judit Polgar, considerada a melhor jogadora de todos os tempos.


- O Xadrez é a única modalidade esportiva que permite a uma pessoa enfrentar grande número de adversários ao mesmo tempo, em condições de aproximada igualdade.


- Segundo o presidente da FIDE (Fédération Internationale Des Échecs), existem atualmente cerca de 500 milhões de pessoas que jogam Xadrez.


- O Xadrez é disciplina escolar obrigatória na Romênia e as notas em Matemática dependem em 33% do desempenho no Xadrez.


- A palavra "Xeque-mate" vêm da frase persa "Shah Mat", que significa "o rei está morto".


- Na série "Star Trek (Jornada nas Estrelas)", capitão Kirk e Sr. Spock jogaram o Xadrez três vezes. Kirk ganhou todos os jogos.


- O primeiro Campeonato de Xadrez registrado aconteceu em Madrid em 1575. Giulio Polerio e Giovanni Ruy derrotaram Leonardo Lopez e Alfonso Ceron em uma série de jogos organizados pelo rei Filipe II.


- O ex-campeão do mundo Jose Capablanca começou a jogar Xadrez com 4 anos, e ganhou de seu pai ainda com 4 anos.


Artigo de:
Clube de Xadrez online
http://www.clubedexadrez.com.br/

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

189 - CLUBE REUNIRÁ EDUCADORES DE MARABÁ

Desde que foi fundado há quase 21 anos, o Clube de Xadrez Marabá sonha em inserir o Xadrez nas Escolas de Marabá. Este sonho foi acalentado pelo Mestre Antonio Carlos S. Almeida e pelo primeiro Presidente do CX Marabá, Sr. Rubens Carlos Kossatz.


Este sonho distante começa a ser discutido, pelo menos este é o desejo do Clube, com a realização de uma reunião no próximo dia 14 de setembro a partir das 20h00 na Escola Judith Gomes Leitão, na Velha Marabá, com a participação dos profissionais da Educação dos níveis: fundamental, médio e superior. Todos serão convidados a colaborar no debates, nas discussões e na preparação de estratégias que visem a construção de projetos educativos e políticos pedagógicos.


Uma sondagem entre os dirigentes de escolas já aponta nesta direção. E agora, é preciso construir uma Coordenação que possa acompanhar e propor alternativas que visem a melhoria da capacidade de aprendizagem escolar.


O jogo de xadrez poderá ser mais uma alternativa pedagógica para os estudantes. O objetivo é desenvolver habilidades nos alunos tais como: de memorização e do raciocínio lógico.








Projeto de Xadrez para o Ensino Médio no Mato Grosso


O deputado José Domingos Fraga (DEM) de Mato Grosso do Sul afirma que, o jogo de xadrez poderá se tornar disciplina regular na rede pública estadual de ensino. No Brasil, desde a década de 80, no estado do Paraná, houve a implantação desse projeto, e a formação de mestres no jogo de xadrez, habilitando-os a cadeira de docente.


 “O Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Educação, fica autorizado a implantar na grade curricular das unidades escolares de ensino a disciplina de difusão, aprendizagem e prática do jogo de xadrez. A iniciativa busca melhorar a capacidade de concentração e raciocínio do aluno”, destacou José Domingos Fraga.


Na União Soviética, Alemanha e Argentina, desde o início do século XX, houve o experimento com o xadrez nas escolas. Recentemente, a prova com o jogo de xadrez nas escolas foi abraçada também em Cuba e na Venezuela.


A disciplina de xadrez, conforme a proposta, tem o objetivo de estimular o aluno a raciocinar, para o fim de fazer deste, um ser transformador, crítico, e detentor de habilidades mentais; e fazer o ensino ser mais atrativo e interativo.


O projeto de lei do deputado dá autonomia à Seduc promover parceria com a Secretaria de Esporte e Lazer para a realização de competições oficiais de xadrez, anualmente, com a participação de jogadores de todas as unidades de ensino pública estadual. As despesas correrão à conta das dotações orçamentárias da Seduc.


Em nível nacional, o Ministério do Esporte, em parceria com o Ministério da Educação, de acordo com Zé Domingos, implantará o projeto “Xadrez nas Escolas”, ainda este ano. Em 2007, o projeto piloto foi implantado em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco e Piauí. O ensinamento teórico e prático do xadrez foi aplicado durante três meses em 40 escolas, com um atendimento de 160 estudantes cada uma.

188 - O XADREZ E AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS

De 1995 a 2002 lecionei no Colégio Fafibe, em Bebedouro/SP. A escola implantou a modalidade xadrez na grade curricular e então convivia semanalmente com os alunos do ensino fundamental e médio ao visitar a instituição para ministrar as aulas.


Há três anos um fato curioso aconteceu. No primeiro dia de aula, ao entrar na sala da 1ª série do ensino fundamental, me deparei com uma linda loirinha, olhos castanhos, de nome Rebeca. Logo no primeiro contato observei que ela era diferente das demais crianças de sua turma, pois tinha uma profundidade e brilho no olhar cativantes.


Em conversa com sua mãe Ester, ela me revelou que de fato a filha sempre surpreendeu os pais com sua busca por conhecimento. Começou a andar cedo, falou precocemente (e o que era mais curioso, pronunciava corretamente as palavras e até as colocava no plural quando necessário), aprendeu a ler sozinha, observando as letras e fazendo as inúmeras combinações para formar as palavras.


Extremamente curiosa, Rebeca tinha um senso de observação ímpar, demonstrando muita responsabilidade, além de uma tendência a estar em contato com pessoas acima de sua idade. Adorava conversar com as amigas de sua irmã Giovana, que já estavam cursando a 6ª série. Outro traço curioso da personalidade da jovem criança-prodígio era o seu interesse pela religião. De família evangélica, já havia lido duas vezes uma extensa bíblia infantil e conseguia reproduzir com precisão e entendimento vários trechos do livro.


Seus gostos eram variados. Nas artes, possuía muita sensibilidade para a música, tendo optado por piano e flauta. Já na área esportiva preferia natação e xadrez.


Nas aulas de xadrez, adorava resolver exercícios de mate. Enquanto os demais alunos de seu grupo solucionam com dificuldade cerca de dez diagramas, ela raramente resolvia menos de cinqüenta, acertando praticamente todos!


Entretanto, cerca de um mês após o início das aulas as primeiras dificuldades aparecem. Rebeca estava muito acima nas matérias curriculares e em maturidade, em relação aos seus colegas de classe. Para que ela não perdesse o entusiasmo pela atividade escolar, a diretoria da escola encontrou uma saída: com a aprovação da Delegacia de Ensino, decidiu fazer uma avaliação e caso conseguisse a pontuação necessária, passá-la diretamente para a série seguinte, onde certamente, encontraria maiores desafios. E não foi surpresa para ninguém. A jovem fez os exames e no dia seguinte passou a freqüentar a 2ª série.


Frente a tamanha superioridade de uma pessoa sobre as outras, devemos nos perguntar: o que faz, por exemplo, uma menina de apenas sete anos de idade demonstrar o conhecimento de um adolescente ou até mesmo de um adulto? O que Rebeca possui de tão especial em sua inteligência para torná-la diferente?


Foram aspectos como esse, da personalidade humana, que motivaram o americano Howard Gardner a pesquisar anos a fio. Ele queria saber porque os testes de QI (quociente de inteligência), usado quase que exclusivamente, até então, para descobrir se um indivíduo era ou não inteligente, prediziam com considerável exatidão o desempenho escolar, mas não mostrava de maneira satisfatória seu sucesso numa profissão depois de uma instrução formal.


E indagava ainda: "será que um jogador de xadrez, um violinista ou um atleta que se destacam são inteligentes nessas atividades? Se eles são, então porque os testes de inteligência não conseguem identificá-los? Se não são, o que lhes permitem conseguir esses feitos espantosos?”


O cientista encontrou uma resposta satisfatória: a das inteligências múltiplas. A inteligência seria um potencial biopsicológico, combinando, portanto, herança genética e propriedades psicológicas.


O talento - como é o caso de Rebeca - seria um sinal desse potencial, fazendo com que ela se desenvolvesse mais rapidamente. Gardner comprovou sua teoria de forma empírica e catalogou sete inteligências que considerou principais. São elas:


Lingüística: refere-se, naturalmente, ao domínio da linguagem. Os escritores e oradores, geralmente têm essa capacidade bastante desenvolvida.


Lógico-matemática: diz respeito ao senso de dedução, observação, capacidade de cálculo, entre outros. Os que se dedicam às ciências exatas a possuem em alto grau.


Musical: facilidade que as pessoas apresentam para o canto, lidar com instrumentos musicais etc. Mozart seria um dos maiores representantes desse domínio.


Corporal-cinestésica: capacidade de usar o próprio corpo para expressar uma emoção (como na dança ou no teatro) e realizar atividades esportivas (tênis, basquete...).


Espacial: solução de problemas espaciais são necessários na navegação, ao visualizar um objeto ou na criação de mapas.


Intrapessoal: o conhecimento dos aspectos internos de uma pessoa: sentimento da própria vida e das emoções. A pessoa com boa inteligência intrapessoal possui um modelo viável e efetivo de si mesma.


Interpessoal: baseia-se na capacidade de perceber distinções entre os outros, em especial, contrastes em seus estados de ânimo, temperamentos, motivações e intenções. Em formas mais avançadas, permite a uma pessoa perceber as intenções e desejos dos outros, mesmo que elas os escondam.


Entramos nesse assunto porque o xadrez tem papel importante no desenvolvimento direto em pelo menos duas das inteligências citadas acima: espacial (fundamental na análise do controle territorial) e a lógico-matemática (em função do cálculo de variantes e deduções de caráter posicional que são empreendidos durante uma partida).


Esse lado pedagógico do xadrez tem feito com que muitos educadores vejam na modalidade um excelente meio de apoio a difícil arte de aperfeiçoar o intelecto dos estudantes.


Para encerrar, não preciso nem dizer que Rebeca foi uma das melhores enxadristas de sua escola naquele ano, chegando a estar entre os cinco primeiros do ranking interno, que reunia mais de 100 alunos com idade variando entre seis e dezessete anos.


Referência bibliográfica:
GARDNER, Howard - Inteligências múltiplas - a teoria na prática. Porto Alegre: Artes médicas, 1995.


Fonte: http://xadrezescolarecompeticao.blogspot.com/2009/02/o-xadrez-e-as-inteligencias-multiplas.html


Postado por Mario Vaz - Professor de Xadrez

187 - PERCA! HOJE A TV BRASIL MOSTRARÁ O CURTA XADREZ DAS CORES"



Eu já assisti ao filme que será apresentado neste 03/09 (sexta) e o considero muito bom. Sem sombra de dúvidas, esse curta é muito interessante pelo fato de trazer para o debate, questões que envolvem uma série de mensagens sobre o racismo, a discriminação, a desigualdade social e as injustiças características de nossa história. É de suma importância que trabalhos como esses sejam mais divulgados, só assim mudariamos o foco das discussões racias no Brasil. Muitas escolas o utilizam para trabalhar o racismo em sala de aula concomitantemente ao jogo de xadres, uma vez que é possível preparar uma aula que trabalhará o devido pré-conceito e suas possiveis superaçoes atraves dos jogos (neste caso o xadrez. 




No elenco o destaque para a atriz Mirian Pyres (im-memoriam) e Zezeh Barbosa que fazem o embate discriminatória da elite sobre a classe pobre. O duelo ocorre, também, no tabuleiro de xadrez e as emocionantes interpretações.




O filme O Xadrez das Cores, de Marco Schiavon, traz uma história densa, que se desenvolve como um jogo de xadrez. A temática, séria e profunda, fala da descriminação racial, onde o diretor se valeu da imagem para comunicar ao espectador sua mensagem.






Cida, uma mulher negra de quarenta anos, vai trabalhar para Maria, uma senhora de 80 anos, viúva e sem filhos, que é extremamente racista. A relação entre as duas mulheres começa tumultuada, com Maria perseguindo Cida por ela ser negra. Cida atura a tudo em silêncio, por precisar do dinheiro, até que decide se vingar através de um jogo de xadrez.




Em 2005, O Xadrez das Cores recebeu diversos prêmios: Melhor Filme Júri Popular, no Festival de Cinema de Goiás; Melhor Curta Júri Popular, no Festival de Cinema Brasileiro de Miami; Melhor Curta Metragem Nacional Júri Popular e Prêmio Especial, no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba; Melhor Curta Metragem Nacional Júri Popular no Festival de Goiania; Melhor Atriz na Jornada de Cinema da Bahia e Melhor Curta Metragem Nacional Júri Popular, na Mostra Cine Rota 22.




Gênero: Ficção. Ano de Produção: 2004. Direção: Marco Schiavon. Elenco: Anselmo Vasconcellos, Mirian Pyres, Zezeh Barbosa.




Aplicabilidades




Disciplinas/Temas transversais: Cidadania, Discriminação e preconceito racial, História, Língua Portuguesa, Pluralidade Cultural, Psicologia
Faixa Etária: Todas as idades
Nivel de Ensino: Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio.




Horário: Sexta-feira, à 23h45.